O dia do seqüestro

1014 Words

Danilo Narrando Acordei num pulo, o coração a milhão. Caralhø, é hoje o sequestro. Sentei na cama, esfregando o rosto, tentando me situar. Ainda tava meio grogue, mas sabia que não dava pra vacilar. Levantei rápido, já fui direto na porta do quarto do Daniel, bati forte. — Daniel! Bora, irmão, que o dia já começou! — chamei, mas ele já tava acordado. — já é, bora. Voltei pro meu quarto pra fazer minha rotina matinal. Escovei os dentes, lavei o rosto, tentei botar a cabeça no lugar. Depois que terminei tudo, já bolei um beck e acendi, deixando a fumaça subir devagar. Fiquei na janela, olhando o movimento lá fora, mas a mente tava em outro lugar. Marina. A imagem dela não sai da minha cabeça. Sei que essa fita de hoje é pesada, que se desse ruïm, as consequências vão ser sérias. Mas o

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