Que Festa

1250 Words

Bryan Narrando Quando eu falei que ia devorar e ela me chamou, Caralhø, a sanidade que eu já não tinha mais foi pro inferno. Só me chama uma vez, porr@! Fui pra cima mesmo, com sede, gostosa do Caralhø. Me aproximei mais, a respiração dela ficou meio acelerada, e eu, com o coração na boca, segurei a mão dela. Aquele toque fez um frio na barriga. E não teve jeito, fui puxando ela pra mais perto, tipo, bem coladinho. Ela me olhou, e eu vi aquele brilho no olhar. Quando nossos lábios se tocaram, foi como se tudo explodisse. O beijo foi quente, cheio de intensidade. Eu senti a boca dela macia, e logo a gente se perdeu naquele momento. A pegada foi forte, uma mistura de desejo e carinho. As mãos dela estavam na minha nuca, puxando mais, enquanto eu envolvia a cintura dela, apertando devagar

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