Na manhã seguinte acordei sentindo minha cabeça girando como se ela estivesse maior do que deveria e uma dor de cabeça que eu nunca tinha sentido, levantei percebendo que meu quarto estava com um caminho de lama que possivelmente eu devo ter trago ontem, o dia inteiro passou como se um esfregão tivesse misturado meu cérebro, terminei de me arrumar e abri a porta do quarto começando a andar. O corredor estava silencioso e todos mantinham sua cabeça baixa, o corredor estava mas escuro que o normal é ninguém olhava pra mim a única pessoa que parecia me olhar era noah no final do caminho me chamando, ela gritava alto ams ninvuem parecia se importar, ninguém parecia ligar para a garota que desapareceu a dois anos parada ali, os gritos dela eram como se algo atrás de mim estivese prestes a me pegar não importava o quanto eu corria ou o quanto eu gritava ninguém se mexia suas cabeças continuavam olhando pra baixo pra seus celulares e seus livros e ate os professores pareciam olhar pra seus jornais era como se nao importasse o barulho que eu fizesse aquilo fosse me pegar e no momento que eu cheguei perto de noah o sorriso dela começou a desabrochar mas ao contrário do que eu esperava, não apareceu o sorriso dela no lugar apareceu algo estranho, algo que começou a cair se retorcer e se recriar se multiplicar e no momento em que aquilo chegou ao chão começou a criar uma poça, uma poça acida que começou a criar um buraco gigante antes que eu pudesse dar um passo pra tras ela me beijou, no momento que eu senti alguem esmagar minha costela, ela me beijou, no momento em que todos meus ossos se queimaram e que meus músculos começaram a ficar pesados naquele momento a única coisa que eu conseguia sentir era uma dor uma dor insurdente, uma dor incrível que fez com que fosse como se aquilo tivesse arrancando minha espinha, as garras se prendiam cada vez mas forte e então por um milésimo segundo eu vi o rosto de hedna me empurrando dentro do buraco a coisa agarrada as minhas costas gritava junto comigo e por um minuto eu parei de sentir dor ate o momento em que eu abri os olhos ao inves de eu ter desmaiadk ou de eu tivesse sentindo meus ossos serem desgraçados ou qualquer coisa horrivel mas no momento que meus olhos começaram a abrir eu acordei o quarto continuava igual, havia sido apenas um pesadelo, mas por que eu não consigo me mexer?, olho em volta prestando atençao no chão vendo que as pegadas de lama haviam sumido, o quarto porem estava mas frio e desejei conseguir puxar a coberta pra cima com esse pensamento finalmente noto algo a cama estava cheia de sangue e havia alguém sentada na cadeira me encarando o suor descendo no meu rosto e a cama cheia de sangue não pareceram fazer com que ela ficasse nervosa, os olhos daquela coisa se moveram até os meus e sorriram
_ conhecemos muitas como você queride, foram forjadas da dor e queimadas pela desgraça e você não é diferente, certo? você vai aprender a como usar isso, mas não com o tempo, vocês não sabem oque esta o fazendo, nao devem mexer nunca nunca no tempo queride. A dor n******e ser mudada mas pode ser arrumada, não vão pra aquele tempo...
Ela falava como se estivesse falando com a parede seus olhos pasavam por dentro de mim nao importando com o fato de ela estar olhando direramente nos meus olhos e fosse como se eu fosse um fantasma, eu tentava perguntar seu nome, oque estava fazendo ali mas era como se minha boca estivesse costurada,colada e com uma faixa as falas dela se misturaram como se tivesse mas de uma ali e então ela levantou andou pelo quarto pegou uma folha e começou a andar novamente ela paroi na mesa e cortou a folha, começou a mexer nas minha coisas ate encontrar uma caneta e escreveu algo, colocou a folha na minha mao e a fechou senrou novamente na cadeira e então sumiu me deixando sozinha no quarto sem conseguir me mexer, com o coração a mil e um folha na mão, quando voltei a mim eu estava na enfermaria com meus pais do meu lado e algo no meu pulso
_você finalmente voltou, meu Deus querida, você está bem? Minha filhinha n******e passar m*l certo....Vênus
Ela fala tudo bem rápido e eu começo a sorrir, não importava o tempo que passasse ela nunca aceitaria meus pronomes, o sorriso dela aumentava e eu apenas sorria de volta
_oque houve?
Eu pergunto e ela aumenta o sorriso
_Não foi nada apenas um ataque de asma que rendeu muito e fez você desmaiar.
Ela fala e eu sorrio então oque for que eu tive, foi só um ataque de ansiedade. Nao isso é impossível foi muito real, meu pai mexeu a cabeça e tocou no braço da minha mãe que sorriu dando um beijo na minha testa e saindo
_tchau [deadname]
Ele fala e foi como se o ar tivesse prendido, Caio da cama e começo a tossir a enfermeira começa a correr e finalmente alguém que eu goste me chama
_dando trabalho pros outros, Vênus na época que a gente brincava você era uma pessoa comportada.
Ela fala e assim que a enfermeira me olha eu sorrio
_oque você tá fazendo aqui Alex ?
Eu pergunto e ela ri
_eu ia perguntar sobre o abraço mas não sei se você tá bem o suficiente pra isso, você tem que parar de fazer isso
Ela me repreende e senta perto da cama
_eu vou estudar aqui, mesmo que você esteja no último ano e eu no antepenúltimo achei que você gostaria de me ter aqui
Ela fala e eu Rio, a abraçando de lado O dia passou rápido e no outro dia as pessoas que entraram pela porta não pareciam felizes, a enfermaria ao invés de ter seus filhos tinha a mim sentada em uma cama sem machucados, sem dores, eu até entendia.