— Antonella, há algo errado? Eu ouviu a voz de Vicenzo e cobriu a boca. Eu tinha falado muito alto. — Nada. Eu disse depois de alguns segundos, tentando fazer o meu coração se acalmar. — Tem certeza que você está bem? Ele perguntou: — Eu vou abrir a porta. — Não abra a porta! Eu gritei impulsivamente e com o meu corpo tento impedir que Vicenzo entrasse e me encontrasse nua. A toalha caiu no chão e eu fiquei de costas para a porta, os braços estendidos tentando alcançar a toalha. — Antonela, o que está acontecendo? Está tudo bem! Estou começando a me preocupar. Não gosto de me preocupar com coisas que não valem a pena. — Então saia! Me deixe em paz! Já que não valho a pena, vá embora e me deixe em paz. — Não distorça as minhas palavras. Ele disse a ela completamente irritado. — O qu

