— Vamos. Ele se levantou do sofá como se eu não pesasse dez quilos e me conduziu pelo corredor até o quarto. Em quatro passos estávamos na beirada da cama, ele se inclinando sobre mim beijando o meu pescoço. Pouco tempo depois a sua cueca não passava de uma lembrança rasgada por dedos impacientes e agora poderíamos nos explorar sem barreiras. Enzo recostou-se num cotovelo e olhou habilmente e lentamente para o meu corpo, que com olhos vidrados cobertos de prazer eu retribuí o seu olhar. Enzo passou os olhos e as mãos por cada curva aveludada do meu corpo. Era muito erótico para mim ver como ele se concentrava nas minhas formas e na minha pele. Ele me acariciou quase com reverência, me levando a um nível de desejo que eu nunca havia experimentado antes. Eu estava assustada com as emoções

