Assim que a escuridão começou a tomar conta do ambiente, achei que era hora de parar. Eu já havia tocado diversas músicas e Caroline não dava sinais de cansaço; pelo contrário, suas pernas se agitavam para frente e para trás enquanto a suas mãozinhas continuavam balançando, pedindo pela próxima música. — Querida, está ficando tarde. Preciso voltar para casa antes que a minha avó fique preocupada. — Disse-lhe suavemente. — Não vai, por favor! — Fique para o jantar! Avise para a sua avó que está aqui. Tenho certeza de que ela não vai se importar. — Pediu o alfa. Olhei para ele. Seus olhos miravam-me com admiração e respeito, algo que eu nunca tinha sentido nos olhos do meu companheiro. William permanecia ao seu lado, mas estava de cabeça baixa, incapaz de me encarar. Ele era, portanto, o

