Sentei na cama, completamente perdida. Tentei ligar para minha tia para saber como estava a minha avó, mas o celular dela tocou no quarto ao lado. Na pressa por socorrer a minha avó, ela o deixou para trás. Quando dei por mim já era quase meia-noite. Minha mãe me deu retorno por meio de uma mensagem. A mesma era curta, mas resolutiva: “Minha amiga estará aí em breve. Pegue suas coisas e vá com ela!” Dito e feito. Não haviam se passado nem cinco minutos quando uma Kombi azul parou de frente para a casa. Uma mulher de porte médio, cabelos longos pretos cacheados e pele em um tom escuro saiu do carro. Ela estava de pijama. — Você é a Eliza? — Perguntou-me ela. Assenti ligeiramente com a cabeça. — Mas em que furada você se meteu, garota. Não fique assim, tudo bem? Sou Verônica, amiga da s

