por Saulo... Desperto em um rompante ao tatear a mão ao meu lado, na cama, – onde, com toda certeza era para Isabel está momento – e não encontrá-la. Ponho meus pés para fora, e em uma rápida olhada para baixo, posso ver alguns respingos de sangue na minha virilha. Imagens de ontem a noite inundando a minha mente; a sensação que eu senti ao ter seus m*****s na minha língua, meus dedos em sua carne molhada e quente... Tudo isso somado a parte que meu p*u deslizou – com sua imprudência – para dentro dela. Eu senti a barreira se rompendo e por Deus, se eu não me segurei ao máximo para não gozar em oito segundos. Abro a porta do banheiro, não me importando se estou sendo um maldito filho da mãe. Eu sei que ela precisa desse tempo sozinha e tudo, mas, eu não vou ficar longe. Preciso repreen

