Por Saulo ... Eu respiro fundo; repetidas vezes. O olhar encorajador e hesitante de Isabel me deixa confuso. Porém tenho que ser firme e contar a verdade. Estamos na minha sala, sentados no sofá que chegara antes daquele fatídico dia com os assaltantes. Levanto para pegar uma bebida; eu preciso de uma nesse momento, e p***a, como preciso. Reviver certas coisas da minha vida não será fácil, porém pretendo contar. Minhas mãos tremem quando pego a garrafa de whisky, ponho o líquido âmbar no copo e viro de uma vez, sentindo descer quente queimando minha garganta. Eu não sento, apenas permaneço onde estou e me viro para olhar para ela. Eu poderia lhe dá um beijo, o qual estou com vontade à muito tempo. Nem todos os beijos que dermos saciará minha vontade. Porém, hoje e agora, eu quero

