Eu estava furioso, nada, nem ninguém iria me parar, a raiva era tanta que eu iria matar ele de soco. Bati até tirar sangue, até esfolar os dedos, sem nenhuma piedade dele, pois era isso que eu queria, queria que ele se fudesse, que morresse, para aprender o que eu faço com quem brinca com minha mulher. A sorte do cuzão foi que a Lavinia caiu gritando por mim, isso me fez parar, a minha mulher era prioridade. Fui até ela que estava no chão. — Princesa, o que foi? Alguém te derrubou aqui? — perguntei e os caras se afastaram se tremendo. — Não, Henrique. Eu não to me sentindo bem, acho que foi alguma coisa que comi. Está doendo o meu estomago, não consigo nem ficar em pé, me ajuda, por favor — falou toda dengosa. — Amor, eu preciso matar esse filho da p**a primeiro — falei. — O que? Eu

