Sem aguentar a pressão dos olhos arbítrios direcionados a mim, sair da sala de jantar, sentindo o comichão em meu peito aumentar, acabara de me envolver de vez na mentira da minha mãe e irmã. Gritei frustrada no quarto ao me trancar, esmurrei a cama sentindo vontade de chorar. — Amber! Alguém me chama, aproximo-me da porta, identificando que a voz é de Elle. Deito-me na cama, cansada demais para discutir. Como posso ser tão burra? Não aguentaria permanecer mentindo, encarar Liz, Beto e principalmente Demétrio que me seduz a cada oportunidade, bagunçando os desejos da minha carne, que é inclinada a suas ações. Embrulho-me dos pés à cabeça, como no tempo que trovejava durante a noite, para me proteger. Dormir refletindo sobre minha atitude que definitivamente haverá consequências, e

