Paixão é Amor

761 Words
_ A sua mãe não vai reclamar da porta trancada? _ me preocupei. _ Claro que não. Ela sacou que você não é um amigo coisa nenhuma _ sorriu e me beijou, ainda contra a porta. Toda aquela privacidade era ótima. Correspondi ao beijo tirando a sua camisa com uma ajudinha da sua parte. Ariel me imitou e o próximo passo foi sentir a sua pele macia e quente tocando a minha e ter a sua semi nudez para beijar, tocar e morder diante do meu olhar. Isso me deixou duro mais fácil, mas notei que eu não era o único. Fomos parar na cama tão fácil. Eu me pergunto como ele faz isso? Me leva para onde quer como bem entende dentro do seu abraço e beijos. Tirei os tênis com os pés deixando eles cair no chão. Ariel me olhou da lateral da cama terminando de se despir para o meu total embaraço e deleite. Ela me agradava muito e o meu coração acelerou e me vi embriagado de desejo, totalmente relaxado. Deitou ao meu lado olhando para a minha roupa e para o meu rosto e me vi obrigado a tirar. O que fiz rápido. Os olhos do Ariel contemplaram a minha nudez e o seu rosto ficou tenso pela excitação. Me beijou ficando por cima de mim e senti a sua ereção roçar na minha. As suas mãos prendiam as minhas nas laterais da minha cabeça. A sua boca ditava as regras naquele beijo. Senti que eu era o passivo da relação naquele momento, o que me deu um certo pânico, mas bem camuflado. Ariel desceu com a ponta do nariz roçando a minha pele e dando beijos vez ou outra, até chegar no meu m****o e lamber me fazendo ofegar, e gemer quando ele deslizou os lábios por toda a extensão e apertou em sua boca quando saía, só para repetir. Aumentou a velocidade se movendo ao seu bel prazer me deixando louco, e adorando. Aos dezessete era virgem? Sim. A a boca do Ariel era muito melhor que as minhas mãos. Muito melhor do que eu poderia imaginar dentro da minha pouca experiência. Eu abafei os meus gemidos no seu travesseiro, naquele travesseiro com o seu cheiro impregnado. Retirou o travesseiro do meu rosto e sorriu malicioso _ Agora é a sua vez. Me beijou, deitando de lado. Mas estava ansioso e o beijo foi breve. Beijei a ponta sentindo como era a textura da pele e o gosto do seu pré sêmen diante do olhar do moreno mais experiente. Isso me deixava nervoso. Ele tocou a lateral do meu rosto _ Que boca linda você tem. Sonhei tanto com essa boca. Tanto acordado quanto dormindo. Eu te amo, Dany. Putz! Agora eu estava e******o de novo. O meu rosto vermelho como um tomate maduro. Eu sentia o mesmo pelo Ariel. Sabia que se o que eu sentia por ele tinha um nome, era amor. Ou seria paixão? Se encaixava também, pois o que eu sentia por ele tinha o poder de construir ou destruir. Mas algo tão forte só podia ser amor. O amor verdadeiro de Romeu, e de todos os apaixonados que ousaram sair da monotonia em direção ao máximo que o amor tinha o poder de dar. Eu era assim como eles. Descobri que preferia o amor me quebrando de uma vez, do que a monotonia me consumindo aos poucos. O rosto de prazer do Ariel gemendo o meu nome, enquanto segurava os meus cabelos, com o seu corpo estremessendo e o seu prazer se derramando em minha boca, foi a mais deliciosa visão que eu já tive na minha vida inteira. Havia engolido o seu sêmen sem me dar conta, naturalmente. Foi tudo instintivo e natural. Me fez deitar ao seu lado e me deu um beijo misturando o nosso sabor naquele ato. _ Eu também te amo _ toquei o seu rosto _ Tem um pouco de paciência comigo? _ Hunrum! Diz de novo? _ Eu te amo. Me beijou e encostou a sua testa na minha. Ficamos assim por um tempo. Antes de eu me vestir. _ Te vejo amanhã cedo nas escarias? _ me olhava da cama. _ Pode ser aqui depois das aulas? Eu disse para a minha mãe que estava repassando a matéria com um alguém que me pediu ajuda. Gargalhou _ Este com certeza sou eu _ me puxou para perto, eu já vestido, e me fez inclinar me beijando. Vestiu as calças e me levou até a porta. Não tinha mais ninguém na sala.
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