DESEJADA PELO DONO DO MORRO, [02/06/2023 14:54]
Capítulo 28
Marcelo narrando
Eu estava sentado na boca pensando na ligação de Raul, não tinha possibilidade de deixar Luana viva, eu queria m***r ela com as minhas próprias mãos e agora que ela não está nas mãos de Raul, era a oportunidade certa.
— Terror – Jean que era o meu gerente da boca fala entrando.
— O que ouve?
— Recebi uma coisa do morro do seu irmão – ele fala – que você vai gostar de ver.
— O que é?
— Um vídeo do baile funk que está rolando.
— E eu quero ve rvideo de baile funk jean?
— Mas não é o vídeo e sim a pessoa que está lá dançando e se divertindo que vai te interessar muito.
— Quem?
— Olha com seus próprios olhos – ele fala.
Eu pego o celular na mão e vejo que era Luana, dançando até o chão junto com a minha irmã Lucia, estava com uma garrafa de bebida e chamando atenção de todo mundo, até mesmo sendo gravada.
Filha da p**a procurou abrigo no meu pior inimigo, porque sabia que de alguma forma teria um pingo de p******o, mas não se Preto soubesse a verdade sobre porque eu quero m***r ela.
— E agora? – ele pergunta
— Raul também está atrás dela.
— Será que não foi ele que colocou ela lá dentro? – Jean pergunta
— Duvido, ele parecia não saber onde ela está. Preto, deve está mantendo ela lá escondida por preucação aos negócios dele.
— E agora? O que vamos fazer? Vamos invadir,.
— Ainda não – eu falo – Precisamos planejar a entrada do morro, isos pode demorar algumas semanas, mas até lá, precisamos ter certeza que Raul não vai descobrir e nem sair da cadeia.
— Então, eu continuo pagando os juízes?
— Dar muito mais dinheiro do que você já deu , garanta que ele não vai sair e não vai descobrir que ela está por lá.
— E enquanto isso você vai fazer o que?
— Pensar em uma maneira de pegar a Luana lá dentro e acabar com ela, eu quero torturar ela até a morte para ela aprender, que o fim dela vai ser morrer nas minhas mãos.
Eu respiro fundo , eu tinah sangue nos olhos de acabar com a Luana.
DESEJADA PELO DONO DO MORRO, [02/06/2023 22:02]
Capítulo 29
Raul narrando
Estava em uma cela especial com tudo que eu queria, até mesmo telefone, eu tentava rastrer Luana mas nada, suas redes sociais estão paradas e a ultima postagem era uma foto nossa no jantar.
Eu tenho certeza que Luana atirou nele porque ele deveria saber a verdade sobre tudo, deveria saber sobre ela ter sido moradora do morro e ter fugido de Marcelo, eu sabia desde o começo, Luana sempre se achou esperta e posso dizer que ela era esperta pelas suas idéias, marcou certo seu alvo que era eu para se envolver comigo, mas ela nem imaginava que quando ela entrou naquele escritório, ela já era meu alvo a muito tempo.
Naquela época eu já estava fazendo os meus negócios com Preto, ele estava fortalecendo o morro e já existia guerra entre ele e o irmão, Preto fortaleceu de mais aquele lugar e era um dos únicos pontos que eu poderia tirar as mulheres sem que ninguém desconfiasse que era eu por trás de tudo e assim, eu usava Preto como um grande laranja e alguma m***a acontecesse, mas para isso, eu tinha que ter alguém nas minhas mãos como uma arma se por acaso ele tentasse me passar a perna. E aliás, Luana, era uma arma em dobro.
Só que agora essa filha da p**a fugiu e me colocou na cadeia, parece que ela atingiu o alvo certo, m***r o supervisor da segurança e me colocar como o principal suspeito, foi uma carta em cheio para todos os meus inimigos, porque agora eu estaria na mira de tods que tinha o supervisor lá em cima.
— Raul – minha mãe entra na cela – trouxe algumas coisas para você.
— Obrigado mamãe – eu respondo
— E alguma noticia daquela v*******a? – ela pergunta
— Ainda nada, mas log vamos encontrar, Luana não deve ter saído do Rio de Janeiro, seus cartões estão todos bloqueados.
— Ela deveria ter dinheiro – ela fala
— As nota ssão registradas se alguém depositar, vamos saber e você sabe disso, e vamos ter mais pista dela.
— Você está confiante que vai encontrar Luana.
— Mais do que você imagina – eu respondo para ela e ela me encara.
— Porque ela é tão importante para você dessa forma? Não seria mais fácil, estampar o rosto dela em todo que é lugar.
— Não – eu respondo – eu quero ela viva, não quero ela morta e nem presa.
— E você vai ficar preso no lugar dela?
— É só até a poeira baixar e eu sou liberado, o dinheiro compra tudo mamãe – ela me encara. – estou quase em um hotel cinco estrela.
Minha mãe me encara balançando a cabeça e eu a encaro.