Corine acordou com Guido colado ao corpo dela. O braço dele ainda passado pela cintura, o rosto afundado entre os cabelos dela. Ela se mexeu devagar, ainda sonolenta. Ele gemeu baixo, arrastado: — Ô, castigo… ter você assim e não poder fazer nada… Ela riu, baixinho, sem abrir os olhos. — Bobo… Guido beijou as costas dela, os lábios subindo até a nuca, com carinho. — Vamos levantar, antes que dona Paloma ou o seu irmão apareçam.. Corine se virou na cama, mas não se afastou. A curiosidade bateu. A ere.ção dele ainda roçava no corpo dela, firme, quente, e ela mordeu o lábio. Ia enfiar a mão dentro da calça dele — devagar, só pra sentir — mas bateram na porta. — Hora de levantar, garoto da favela! — era Albucacys, ac Guido riu, ainda deitado, passando a mão no rosto. — Três minutos…

