CAPÍTULO DEZENOVE Na noite seguinte, Daniel guiou Emily para dentro pela porta de vidro do novo restaurante chique que tinha aberto há pouco tempo na cidade. “Vamos jantar aqui?” Emily disse, um pouco surpresa. Daniel assentiu. Ele parecia desconfortável no ambiente opulento, e arrumou sua camisa xadrez. “Pensei que devíamos experimentar”, ele falou. “Apoiar os novos negócios locais”. Uma melodia suave tocada ao piano flutuava pelo restaurante, que era iluminado por luzes baixas e românticas. O cheiro era delicioso. Emily sentiu o estômago roncar com a antecipação. A garçonete deles, uma garota de vinte e poucos anos de cabelos cachados, apareceu e os levou até a mesa. Era uma mesa redonda num cantinho silencioso e aconchegante. A parede era de tijolo aparente com parreiras crescendo

