Átila Uma semana depois… Ele não poupou nenhuma despesa para descobrir quem nos traiu. Agora eu sabia. A única coisa era que… eu simplesmente não conseguia acreditar. Fiquei sentado, perplexo, em frente ao meu computador, com o e-mail de um dos investigadores particulares aberto. Lá estava — claro como a luz do dia, com fotos e documentos — o nome do culpado. Mathilde. Uma onda de raiva percorreu meu corpo. A ideia de que alguém tão próximo a nós, alguém em quem confiávamos dentro da nossa casa, com o nosso filho, fosse capaz de nos apunhalar pelas costas daquele jeito… Fechei os olhos, tomei um gole longo do meu uísque e me virei para a escuridão do lado de fora, visível através das janelas do meu escritório. Por mais que a raiva fervesse sob minha pele, por mais que eu quisesse ar

