Em seu gabinete em Brasília, Leonidas olhava pela janela, a paisagem urbana da capital refletindo sua frustração crescente. Ele estava furioso. Primeiro, Eduardo havia sumido por uma semana, impossibilitando qualquer avanço de Sofia. Leonidas estava cada vez mais curioso com os sumiços de Eduardo. Ele sabia que o filho continuava no Brasil, mas não sabia onde exatamente. Todas as vezes que pagou alguém para seguir Eduardo, os detetives falharam miseravelmente. A única pista fora de um detetive que afirmou ter visto Eduardo entrando na favela da Rocinha, mas depois de prometer fotos, o detetive desapareceu e ninguém nunca mais ouviu falar dele. Leonidas não acreditava nem por um segundo que seu filho estivesse envolvido de alguma forma com aquele maldito morro. Leonidas respirou fundo, ten

