Eduardo encarava o computador, seu olhar fixo e determinado. Ele abriu um programa específico e digitou uma senha complexa, que o levou ao sistema de câmeras de segurança de sua casa no morro. A casa estava equipada com diversas câmeras de última geração, instaladas de maneira tão discreta que era quase impossível detectá-las sem treinamento ou equipamentos específicos. Ele tinha acesso a todas as imagens, cobrindo todos os cômodos, exceto os banheiros, garantindo um monitoramento constante e total privacidade. Ele clicou na janela que mostrava a imagem do quarto onde Thais dormia. Seu rosto estava franzido, claramente perturbado por um pesadelo. Eduardo ficou observando por alguns momentos, vendo a inquietação dela, antes de acessar as gravações para ver o que ela tinha feito assim que e

