Os gritos de Túlio rasgavam o ar, preenchendo o QG com uma sinfonia macabra de dor e desespero. O ambiente sombrio e frio amplificava o som, fazendo cada grito reverberar pelas paredes de concreto, ecoando nos corredores vazios e penetrando a mente dos que ousavam ouvir. A ordem de Coringa ao Açougueiro era clara: causar dor sem matar. E o Açougueiro, com sua precisão diabólica, estava determinado a cumprir essa ordem com um zelo sádico. Túlio estava amarrado a uma cadeira de metal no centro da sala de tortura. Suas mãos e pés presos firmemente, impedindo qualquer movimento significativo. O Açougueiro, um homem de olhar frio e mãos habilidosas, passeava ao redor de sua vítima, segurando uma lâmina afiada que brilhava sinistramente sob a luz fraca. "Vamos começar devagar," murmurou o Açou

