Sua vad...

936 Words
Não estou entendendo qual a desse homem. As horas se passam e ele só trabalha e não me diz nada. Depois da louca de mais cedo eu chorei um pouco. 💭Será que isso é um fetichi desses ricos. Começo a rir em pensamentos. - Vamos embora gatinha? - Eu já posso ir? - Eu te levo para a universidade. Assim você não se atrasa. - Não precisa. Te agradeço muito. Tenho outro compromisso agora. Vejo que ele ficou meio desapontado com minhas palavras. - Você tem outro cliente ? Sua pergunta sai de forma espontânea e agora sim tenho certeza que ele me acha uma qualquer. Dou de ombros e saio dali juntamente com Lorenzo. Descemos o elevador e ele insiste em me levar. Recusei, pois não quero que ninguém saiba da razão que estou nessa vida. Ele me entrega um envelope é eu o coloca na bolsa. Cada segundo tenho mais certeza que jamais irei realizar meus sonhos. Essa decisão pode ser minha total destruição. Pego o primeiro táxi e vou direto ao hospital. Dentro do taxi e abro o envelope é quase caio pra trás com a quantia ali dentro. Sinto que estou sendo observada, seguida ou sei lá. Mais resolvo não surtar com isso e fico ali pensando oque vou fazer. Se não fosse o tratamento da minha mãe daria pra pagar um bom advogado, mais se não fosse essa maldita doença também não estaria nessa situação. Lágrimas descem. Chego no hospital e minha mãe tá na mesma. Pago uma parte da conta do hospital, vou ate o vidro e fico ali olhando minha mãezinha mais um pouquinho. Horas mais tarde saio dali e vou pra casa. Estava cansada. Não físico mais mental. Que saudades. Tomei um banho e me deitei. Minutos depois chega uma mensagem 📱 Oi amiga. Tá afim de sair agora? Os clientes vão pra uma boate e nós só temos que nos divertir. 📱 Tô sem ânimo. Mais preciso ir. Tô precisando do dinheiro 📱 Oque aconteceu que você tá precisando de dinheiro assim tão imediato? Não é julgando, mais você não faz o estilo de acompanhante? 📱 Nada Não Ana. Tá tudo bem. Só quero dar uma animada na vida. Se ela soubesse os meus motivos. Suspiro em derrota e me levanto. 📱 hummm tá bem então. Se arruma que daqui uns minutos eu mesma vou te buscar. Tento desconversar e ela finge que acreditou. Não demora e Ana para toda animada na minha porta. - UAU loira. Assim você mata os velho. Dou uma risada e saímos em direção a boate. Chegando lá ela só fala nossos nomes e logo somos liberadas pra entrar. Me visto do meu melhor sorriso e então encontramos os caras. Elas dois caras novinhos, típico filhinho de papai. Ana já foi dando uns beijinhos no rosto de um e me apresenta pro outro. Fico meio sem jeito é faço o mesmo. Começamos a dançar e eles começam a pedir várias bebidas. Ana me da uns toques pra não beber nada. Nos duas fingia e jogava tudo no chão. O menino que estava na minha frente queria avançar o sinal e eu disse que não. Percebi que Ana estava desconfortável com uma situação, então finjo estar bêbada e a puxo... - Amiga preciso ir ao banheiro... Vou meio cambaleando com ela até o banheiro e lá nos duas começamos a rir da situação. - Aí Sophia, você me salvou agora. Não tô afim de ficar com esses moleque. Vamos dar um jeito de ir embora. Já deu nosso horário também. Balanço a cabeça e juntas saímos do banheiro. Eu fingia estar bêbada enquanto ela recebia dos dois moleque. Na porta da boate nós ainda esperava o manobrista quando escuto aquelas vozes. - Belo teatro meninas. Eu e Ana olhamos pra trás e damos de cara com Lorenzo e Tomas batendo Palmas. Eu paraliso ao ver aquele par de olhos. Ana quebra o silêncio - Que isso meninos. Estão nos vigiando? - Tenho que cuidar da minha dama exclusiva. Tomás fala com uma voz sedutora e logo ele e Ana estão se pegando. Tenho certeza que ela se apaixonou por Tomás e acho que ele tem uma queda por ela. - Ana fica aí se divertindo. Vou pegar um taxi e vou pra casa. - Que isso amiga. Eu te levo. Os meninos aqui deve tá só começando a noite. Nesse momento Tomás a puxa novamente e cola seus lábios num beijo voraz. - Não se incomode. Aproveitem Olho pro lado de Lorenzo que até então não disse mais uma palavra. Me viro e vou chamar um taxi, quando enfim Lorenzo me chama. - Deixa que eu te levo. Sabia que aquele horário seria difícil encontrar uma taxi, então aceitei. No caminho meu celular bipa e eu quase dou um pulo de alegria. E então me viro pra Lorenzo. - Você pode por favor me deixar no hospital universitário. Ele para o carro rapidamente e me olha. Fico sen entender, oque será que fiz de errado, quando enfim ele começa a gritar. - Esse cliente aí gostou mesmo de estar com você né. Não sabia que atendia até pela madrugada. - Oque está falando Lorenzo? - Vai lá garantir um pouco mais de dinheiro não é mesmo sua vad...... Antes de terminar a frase eu lhe dou um tapa e desço do carro. ΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩΩ Amores comentem bastante Curta Votem Me diga oque acharam e oque esperam dos próximos capítulos. Será que o playboy vai se apaixonar a primeira vista? E a doce Sophia, se renderá aos encantos do CEO? Me digam ai Boa leitura
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