Capítulo 5 - Ava

1386 Words
Faz alguns dias que voltei de Atlanta, não quis me prolongar nessa palhaçada, deixei tudo à encargo de Vânia. O recado de como a banda ia trocar foi dado, tanto para Matteo quanto seus subordinados. Quanto à meu noivo é praticamente uma criança, p***a* eu tenho 28 anos,nunca ficaria com alguém tão novo muito menos casaria. Mais foi um m*l necessário. E não adiantaria me arrepender, dei minha palavra como dom e não posso voltar atrás. Finalmente chego na casa de meu avô, tenho que ver se aquela serpente ardilosa ainda está viva, mas vaso r**m não quebra. Ele mesmo em idade avançada insiste em morar em uma de nossas casas no interior e os netos não conseguem vir muito aqui por causa do trabalho. Passo pelo mordomo e vou para seu escritório, ele está sentando na mesa de xadrez, claro que sabia que eu estava vindo. Me acomodo e espero ele fazer o primeiro movimento com as peças. - Não trouxe seu noivo para me apresentar?- faz sua jogada. - Não quero assustar o garoto ainda- analiso bem a estratégia dele. - Petrov está mesmo vivo?- aceno que sim com a cabeça- Claro que você não vai deixar um serviço pela metada, mas não precisava se casar. Sei que gosta de métodos mais destrutivos. - Matteo ofereceu Atlanta para virar um posto avançado- digo fazendo meu movimento. -Confia em Salvatore? - Claro que não, ele acha que está sendo vigiado mais nem imagina que já tenho acesso à todas as informações dele e de toda comunicação- respondo. - Ninguém te pega desprevinida- meu avô faz sua jogada. - Fui treinada para isso. - Está certa de se envolver num casamento para atingir seus objetivos?- seu Alexander Wallerius me questiona- Você é o dom não pode voltar atrás na sua palavra. - Sei bem as responsabilidades que tenho quando assumi esse cargo- observo as peças no tabuleiro- Vai ser igual quando uma criança compra um Kinder Ovo, eles querem o brinquedo mas vem o chocolate junto - Vai usar ele como um acessório?- debocha. - Acessório bem claro- meu avô faz seu movimento. - Como vai lidar com ele?- arqueio as sombrancelhas em interrogação- Ela vai ser seu marido. - Xeque mate- finalizo a partida. - Era mais divertido quando eu conseguia ganhar- fala com sarcasmo. - A idade chega para todos- falo com o mesmo sarcasmo. - Sua piralha- ele esbraveja se levantando. Vai até outro tabuleiro de xadrez que está em desuso à anos, somente de decoração, as peças de marfim são ornamentadas com ouro e prata, pega uma peça e volta para a mesa. Coloca o rei com acabamentos dourados diante de meus olhos. - Agora você tem um rei para jogar- meu avô diz. Pego a peça, olho atentamente os detalhes, é lindo, essa peça deve ter mais de 100 anos, como tudo na minha família é velho , tradicional e atiquado, deve valer uma fortuna somente esse rei. - Eu não preciso de um rei para jogar, somente a rainha- coloco a peça diante de vovô- Até semana que vem. - E o casamento? - Marcado pra daqui um mês. - Quero conhecer ele antes. Aceno que sim com a cabeça e me retiro. Deve tá com pena do bebê, meu avô é um grande responsável pelo monstro que sou, ele que me escolheu como sucessora e que quase me matou inúmeras vezes durante o treinamento. Somos o que somos e nada pode mudar isso. Já é noite quando vou para um dos meus hotéis, isso mesmo, eu tenho um rede mundial de hotéis. Quase ninguém sabe disso, esse é um dos meios que uso para armazenar as armas e de ter olhos em todos os lugares. Entro numa da suítes, o homem de terno me espera. - Está atrasada. - Eu sei. Recebo um tapa forte no rosto, meus cabelos são agarrados e puxados para trás. - Minha p*****a* não é assim que fala com seu mestre- lambe a bochecha que me bateu. - Desculpa mestre, não irei mais me atrasar. - Boa garota, mas ainda merece um castigo- fala mordendo minha boca- Tire a roupa. Começo a me despir. Tenho gostos estranhos na hora do sexo*, apanhei tanto no meus treinamentos na adolescência que o conceito de dor e prazer se misturaram. Tiro minha calcinha ficando nua, Caius olha cada parte de meu corpo exposto. - É uma v***a* muito gostosa mesmo- fala passando os dedos nos gominhos da minha barriga- Ajoelha. Obedeço. Ele acaricia meu rosto passando o polegar pelos meus lábios. - Que obediente, mas merece ser castigada pelo atraso- me dá um selinho- Mãos- estendo as mãos para ser algemada- Agora vá até o braço do sofá se debruçe, deixando a b***a* bem empinada. Faço o que ele manda, fico totalmente exposta para Caius. - Eu vou chicotear essa seu r**o* gostoso - sinto uma mordida na minha b***a- Até essa b***a* branquela ficar bem vermelhinha. Recebo o primeiro golpe, o gemido saí sozinho, ele acaricia a pele que arde, outro golpe e outro. A cada chicoteada meus gemidos saem mais alto, não é dor é prazer, sinto o líquido da minha excitação escorrer da minha b****a*. Ao final de 50 golpes a pele de meu bumbum* queima, Caius passa o chocote de equitação por minha i********e* molhada. - Saborosa como sempre Ava- ele lambe a ponta do chicote. Sou penetrada bruscamente, sinto um tapa na pele já ardida de meu bumbum*, contraiu meu interior involuntáriamente. -Hummmm- Caius geme- Gostei disso, vamos de novo. Recebo vários tapas na b***a, aumentando a dor na região, a cada um meu canal se contrai e segue um gemido rouco de Caius, que começa um vai e vem brusco, sacudindo meu corpo contra o sofá. Sua mão agarra meus cabelos fazendo eu ficar ereta, logo suas mãos amassam meus s***s*. Sinto seus dedos fazendo uma leve pressão no meu pescoço. - Quer que te enforce?- pegunta Aceno que sim. - Palavras Ava... Palavras. - S-simmm- gemo. - Boa garota. Sua mão começa a apertar com mais força, aos poucos fica difícil de respirar, Caius entra cada vez mais forte em mim. A dor se mistura ao prazer ao ponto de revirar os olhos e gozar*, logo em seguida escuto os gemidos de Caius que anunciando que gozou* também. Vou para o banheiro, tomo uma ducha rápida, me enxugo olhando as marcas de dedos em meu pescoço, minha b***a estava toda marcada também e os pulsos pelas algemas, mais sumiriam em alguns dias. Volto para o quarto onde Caius fuma nu sentado no sofá, ele é um homem bonito perto dos seus quarenta anos, cabelos castanhos, olhos verdes, um corpo malhado e esguio nada exagerado. - Deixa eu passar uma pomada na sua b***a*- fala quando me vê. - Não precisa- falo começando a me vestir- Já aguentei coisa bem pior. - Os cuidados depois da sessão é o que estreita os laços de confiança e afeto entre dom e sub. - Essa é nosso último encontro- é melhor terminar logo com isso. - Por que?- fala sem entender. - Vou casar- respondo. - Você casar? Não pode ser. - Negócios. - Eu pensei que a gente com o tempo... - Pois pensou errado- termino de colocar minha blusa- Você sabe que nossa relação se estende somente as sessões de b**m* e nada além. - Então nós podemos continuar nos encontrando, você manda na cidade... - Já disse que é a última vez. - Nos encontramos durante anos, você não pode simplismente me jogar para escanteio. Dou uma rizada debochada. - Acho que por ter te tratado bem, você esqueceu seu lugar- sento para calçar os coturnos- Eu deixava você me bater nas sessões por prazer isso nunca chegou perto de me ferir, já eu posso te matar aqui e agora usando somente as mãos. Caius engole seco, é bom lembrar com quem ele está falando e quem somos fora desse quarto. - Espero que seja profissional na administração dos hotéis- ele era dono de fachada dos meus hotéis- Caso contrário terei que te mostrar o que é castigo de verdade. Visto a jaqueta e vou para a mansão é pouco mais de meia-noite. Antes de entrar fico olhando as estrelas, as noites estão começando a esfriar logo o inverno chegaria.
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