Faz alguns dias que voltei de Atlanta, não quis me prolongar nessa palhaçada, deixei tudo à encargo de Vânia. O recado de como a banda ia trocar foi dado, tanto para Matteo quanto seus subordinados. Quanto à meu noivo é praticamente uma criança, p***a* eu tenho 28 anos,nunca ficaria com alguém tão novo muito menos casaria. Mais foi um m*l necessário. E não adiantaria me arrepender, dei minha palavra como dom e não posso voltar atrás.
Finalmente chego na casa de meu avô, tenho que ver se aquela serpente ardilosa ainda está viva, mas vaso r**m não quebra. Ele mesmo em idade avançada insiste em morar em uma de nossas casas no interior e os netos não conseguem vir muito aqui por causa do trabalho.
Passo pelo mordomo e vou para seu escritório, ele está sentando na mesa de xadrez, claro que sabia que eu estava vindo. Me acomodo e espero ele fazer o primeiro movimento com as peças.
- Não trouxe seu noivo para me apresentar?- faz sua jogada.
- Não quero assustar o garoto ainda- analiso bem a estratégia dele.
- Petrov está mesmo vivo?- aceno que sim com a cabeça- Claro que você não vai deixar um serviço pela metada, mas não precisava se casar. Sei que gosta de métodos mais destrutivos.
- Matteo ofereceu Atlanta para virar um posto avançado- digo fazendo meu movimento.
-Confia em Salvatore?
- Claro que não, ele acha que está sendo vigiado mais nem imagina que já tenho acesso à todas as informações dele e de toda comunicação- respondo.
- Ninguém te pega desprevinida- meu avô faz sua jogada.
- Fui treinada para isso.
- Está certa de se envolver num casamento para atingir seus objetivos?- seu Alexander Wallerius me questiona- Você é o dom não pode voltar atrás na sua palavra.
- Sei bem as responsabilidades que tenho quando assumi esse cargo- observo as peças no tabuleiro- Vai ser igual quando uma criança compra um Kinder Ovo, eles querem o brinquedo mas vem o chocolate junto
- Vai usar ele como um acessório?- debocha.
- Acessório bem claro- meu avô faz seu movimento.
- Como vai lidar com ele?- arqueio as sombrancelhas em interrogação- Ela vai ser seu marido.
- Xeque mate- finalizo a partida.
- Era mais divertido quando eu conseguia ganhar- fala com sarcasmo.
- A idade chega para todos- falo com o mesmo sarcasmo.
- Sua piralha- ele esbraveja se levantando.
Vai até outro tabuleiro de xadrez que está em desuso à anos, somente de decoração, as peças de marfim são ornamentadas com ouro e prata, pega uma peça e volta para a mesa. Coloca o rei com acabamentos dourados diante de meus olhos.
- Agora você tem um rei para jogar- meu avô diz.
Pego a peça, olho atentamente os detalhes, é lindo, essa peça deve ter mais de 100 anos, como tudo na minha família é velho , tradicional e atiquado, deve valer uma fortuna somente esse rei.
- Eu não preciso de um rei para jogar, somente a rainha- coloco a peça diante de vovô- Até semana que vem.
- E o casamento?
- Marcado pra daqui um mês.
- Quero conhecer ele antes.
Aceno que sim com a cabeça e me retiro. Deve tá com pena do bebê, meu avô é um grande responsável pelo monstro que sou, ele que me escolheu como sucessora e que quase me matou inúmeras vezes durante o treinamento. Somos o que somos e nada pode mudar isso.
Já é noite quando vou para um dos meus hotéis, isso mesmo, eu tenho um rede mundial de hotéis. Quase ninguém sabe disso, esse é um dos meios que uso para armazenar as armas e de ter olhos em todos os lugares.
Entro numa da suítes, o homem de terno me espera.
- Está atrasada.
- Eu sei.
Recebo um tapa forte no rosto, meus cabelos são agarrados e puxados para trás.
- Minha p*****a* não é assim que fala com seu mestre- lambe a bochecha que me bateu.
- Desculpa mestre, não irei mais me atrasar.
- Boa garota, mas ainda merece um castigo- fala mordendo minha boca- Tire a roupa.
Começo a me despir. Tenho gostos estranhos na hora do sexo*, apanhei tanto no meus treinamentos na adolescência que o conceito de dor e prazer se misturaram. Tiro minha calcinha ficando nua, Caius olha cada parte de meu corpo exposto.
- É uma v***a* muito gostosa mesmo- fala passando os dedos nos gominhos da minha barriga- Ajoelha.
Obedeço. Ele acaricia meu rosto passando o polegar pelos meus lábios.
- Que obediente, mas merece ser castigada pelo atraso- me dá um selinho- Mãos- estendo as mãos para ser algemada- Agora vá até o braço do sofá se debruçe, deixando a b***a* bem empinada.
Faço o que ele manda, fico totalmente exposta para Caius.
- Eu vou chicotear essa seu r**o* gostoso - sinto uma mordida na minha b***a- Até essa b***a* branquela ficar bem vermelhinha.
Recebo o primeiro golpe, o gemido saí sozinho, ele acaricia a pele que arde, outro golpe e outro. A cada chicoteada meus gemidos saem mais alto, não é dor é prazer, sinto o líquido da minha excitação escorrer da minha b****a*. Ao final de 50 golpes a pele de meu bumbum* queima, Caius passa o chocote de equitação por minha i********e* molhada.
- Saborosa como sempre Ava- ele lambe a ponta do chicote.
Sou penetrada bruscamente, sinto um tapa na pele já ardida de meu bumbum*, contraiu meu interior involuntáriamente.
-Hummmm- Caius geme- Gostei disso, vamos de novo.
Recebo vários tapas na b***a, aumentando a dor na região, a cada um meu canal se contrai e segue um gemido rouco de Caius, que começa um vai e vem brusco, sacudindo meu corpo contra o sofá. Sua mão agarra meus cabelos fazendo eu ficar ereta, logo suas mãos amassam meus s***s*. Sinto seus dedos fazendo uma leve pressão no meu pescoço.
- Quer que te enforce?- pegunta
Aceno que sim.
- Palavras Ava... Palavras.
- S-simmm- gemo.
- Boa garota.
Sua mão começa a apertar com mais força, aos poucos fica difícil de respirar, Caius entra cada vez mais forte em mim.
A dor se mistura ao prazer ao ponto de revirar os olhos e gozar*, logo em seguida escuto os gemidos de Caius que anunciando que gozou* também.
Vou para o banheiro, tomo uma ducha rápida, me enxugo olhando as marcas de dedos em meu pescoço, minha b***a estava toda marcada também e os pulsos pelas algemas, mais sumiriam em alguns dias. Volto para o quarto onde Caius fuma nu sentado no sofá, ele é um homem bonito perto dos seus quarenta anos, cabelos castanhos, olhos verdes, um corpo malhado e esguio nada exagerado.
- Deixa eu passar uma pomada na sua b***a*- fala quando me vê.
- Não precisa- falo começando a me vestir- Já aguentei coisa bem pior.
- Os cuidados depois da sessão é o que estreita os laços de confiança e afeto entre dom e sub.
- Essa é nosso último encontro- é melhor terminar logo com isso.
- Por que?- fala sem entender.
- Vou casar- respondo.
- Você casar? Não pode ser.
- Negócios.
- Eu pensei que a gente com o tempo...
- Pois pensou errado- termino de colocar minha blusa- Você sabe que nossa relação se estende somente as sessões de b**m* e nada além.
- Então nós podemos continuar nos encontrando, você manda na cidade...
- Já disse que é a última vez.
- Nos encontramos durante anos, você não pode simplismente me jogar para escanteio.
Dou uma rizada debochada.
- Acho que por ter te tratado bem, você esqueceu seu lugar- sento para calçar os coturnos- Eu deixava você me bater nas sessões por prazer isso nunca chegou perto de me ferir, já eu posso te matar aqui e agora usando somente as mãos.
Caius engole seco, é bom lembrar com quem ele está falando e quem somos fora desse quarto.
- Espero que seja profissional na administração dos hotéis- ele era dono de fachada dos meus hotéis- Caso contrário terei que te mostrar o que é castigo de verdade.
Visto a jaqueta e vou para a mansão é pouco mais de meia-noite. Antes de entrar fico olhando as estrelas, as noites estão começando a esfriar logo o inverno chegaria.