O vento noturno soprava com força, agitando as árvores do campus universitário e arrastando folhas secas pelos caminhos de pedra. O céu estava limpo, mas a lua cheia iluminava tudo com uma luz prateada, intensa e penetrante. Angelina sentiu o frio da noite percorrer sua espinha enquanto observava a cidade adormecida do alto de uma das torres do dormitório. — Miller — disse, a voz firme, mas carregada de tensão — precisamos nos mover. Eles estão chegando. Miller engoliu em seco, sentindo o peso da responsabilidade que havia caído sobre ambas. — Angelina… eu sei que você é poderosa, mas… se eles são tantos, se eles têm aquele conhecimento… — Não subestime a linhagem — interrompeu Angelina, olhando para o horizonte. — Nossas antepassadas enfrentaram maldições que você nem consegue imaginar

