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O chão da caverna voltou a tremer. Não foi um tremor pequeno desta vez. Foi profundo. Pesado. Como se algo gigantesco tivesse se movido no fundo da terra. Angelina ainda estava ajoelhada no centro do selo quando a primeira rachadura apareceu. A linha de pedra que formava o símbolo ancestral se abriu lentamente com um estalo seco. Miller deu um passo para trás, instintivamente. — Angelina… isso não parece bom. Angelina não respondeu imediatamente. Seus olhos estavam fixos na fissura que atravessava o símbolo. Ela podia sentir. Algo lá embaixo. Algo antigo. Algo consciente. E pela primeira vez desde o sonho, ela percebeu uma coisa terrível: Aquilo sabia que ela estava ali. O cultista do outro lado da caverna começou a rir novamente. Um riso baixo. Quase reverente. — Você s

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