Na manhã seguinte, acordei eram quase duas da tarde. A claridade que entrava da janela quase me cegou e demorei alguns instantes para me acostumar. Minha tia entrava no quarto, pondo as roupas que eu tinha colocado para lavar na noite passado em cima da mesa. — Bom dia, bela adormecida, ou melhor, boa tarde. — a olhei levemente confusa, aos poucos assimilando que eu tinha acabado de acordar e que estava no meu quarto. Sentia meu corpo me agradecer pelas horas de descanso. — tem almoço lá em baixo, vou sair agora para ir no mercado, me ajuda na faxina depois? — Claro, não precisa nem pedir, tia. — respondi, ainda meio grogue. Eu fazia o que podia para manter parte da casa arrumada, mas trabalhando de manhã e com pouco tempo livre a noite, sentia que não fazia o bastante. Helena deixou

