Desespero

1573 Words
Helena Acordei e meus braços estavam vazios levantei correndo e olhei para ele com um dos meus bebês nos braços. — Eu quero meu filho Adrian? Olhei para o rostinho de Noah e chorei minhas mãos tremiam para segura-lo, mas não conseguia eu sentia que tinha falhado com eles. — Pegue ele amor acredito que nosso filho quer mamar. Os olhos de Adrian estavam vermelhos e inchados e eu sabia que também estava difícil para ele. — Me de amor eu pego. Eu peguei meu bebê e chorei colocando ele para mamar, como será que estaria meu Lucca nós não estávamos no hospital, mas na casa que Adrian comprou aqui havia policiais a nossa volta e eu apenas notei agora, senti o toque dos seus dedos de leve nos meus cabelos e fechei os olhos. — Nos vamos acha-lo nem que eu tenha que cavar o paradeiro de Alexandre eu vou trazer nosso bebê de volta eu te juro Helena. Eu apenas balancei a cabeça havia um caroço apertado na minha garganta e eu não conseguia falar nada. — Senhora estamos indo confie que encontraremos seu bebê. Os policiais saíram e eu fiquei ali logo Noah parou de mamar e sorriu para mim as lágrimas não paravam e Adrian o pegou para arrotar. Eu não consegui, sai dali e fui para o banheiro me fechei lá dentro com meu outro seio vazando sem saber onde meu filho estaria escutei Adrian bater na porta alguns minutos depois. — Helena ele dormiu você está bem?- saia amor por favor. Abri a porta enrolada na toalha e senti os braços, a minha volta e não aguentei soluçando nos seus braços. — Nós o teremos de volta eu juro por favor amor eu odeio te ver assim. — Eu não vou conseguir ficar sem ele Adrian. — Nós não vamos ficar sem ele eu juro. Adrian Duas semanas depois: Helena não tinha vontade de nada dava de mamar para Noah, mas logo passava ele para mim e apenas dormia eu estava preocupado com ela e ainda nenhuma notícia de Alexandre ele não estava na sua casa os policiais voltaram com as mãos vazias ela estava em depressão e eu não sabia o que fazer para tirar ela dessa situação eu cuidava de Noah e tentava fazer com que minha mulher se alimentasse, o telefone tocou pela décima vez, mas da mesma forma das outras vezes após atender eu conseguia ouvir apenas a respiração do outro lado da linha e a linha ficou muda. Helena O telefone não parava de tocar minha mente me fez levantar e ir até o telefone Adrian estava cuidando de Noah e havia desistido de atender o telefone já que ninguém falava nada, atendi só havia a respiração. — Alô quem é? — Pensei que não se importava mais com essa criança catarrenta. Respirei ao ouvir a voz dele tentando me acalmar e conseguir falar. — Onde está o meu filho seu canalha? — Seu filho eu estou no meu total direito já que essa criança tem o meu sangue. — Ele é meu e não tem nada a ver com você seu bastardo. Ele riu. — Esta corajosa atrás do telefone venha me encontrar quero ver se realmente tem coragem daí penso se devolvo a criança. — Eu vou chamar a polícia. Ele me falou com mais ameaças. — Pense duas vezes antes de fazer isso se quiser voltar a ver essa criança ou nunca mais o verá deixarei em algum orfanato. — Ta bom! tá! bom! Eu vou me fale onde, mas não machuque o meu bebê . Escutei o local e que eu não poderia levar Ninguém, como eu poderia sair sem Adrian saber, mas eu preciso pegar meu filho de volta esperei até que os dois dormirem e sai minhas pernas m*l me seguravam consegui pegar um Uber para ir até o local deixei uma nota para ele dizendo todo o meu amor que cuidasse de Noah, mas eu precisava recuperar meu bebê ou morreria tentando, demorei a chegar ao local parecia abandonada, mas era agora ou nunca eu teria que entrar ali. — A senhora tem certeza que quer ficar aqui esse lugar é meio barra pesada? O motorista do Uber também estava preocupado, mas não havia outra escolha. — Eu preciso pegar meu filho senhor. — Olha eu não te conheço, mas quer que eu espere? Eu olhei para ele agradecendo por arrumar ainda alguém descente nessa vida. — Por favor moço é caso de vida ou morte se dentro de vinte minutos eu não aparecer chame esse número e a polícia. Eu entreguei o número respirei fundo e sai do carro era agora ou nunca conforme eu ia me aproximando eu comecei a escutar o choro dele e eu sabia estar no lugar certo o choro estava forte senti o cheiro forte do local, mas isso não me impedia de continuar andando dessa vez mais rápido. O choro dele se tornou cada vez mais forte conforme eu me aproximava do prédio parecia um galpão abandonado a porta estava encostada eu abri era um lugar escuro, mas a imagem de Alexandre poderia se ver nitidamente com o bebê gritando nos braços. — Eu sabia que você iria aparecer. Eu olhei para meu algoz e o enfrentei. — Me dê o meu filho? — Bem eu acredito que não!- você está aonde eu queria, agora eu dito as regras você vem comigo, como uma boa mulherzinha e eu não machuco a criança. — Eu não vou voltar com você, nunca mais quero voltar para aquela vida. — Criou coragem estando alguns meses longe de mim? Ele se aproximou segurando meu braço enquanto o outro segurava um bebê chorando sem parar. — Me deixe, acalma-lo por favor Alexandre? Seus olhos se tornaram mais frios e ele segurou mais firme meu braço a ponto de dor. — Pegue, mas não tente gracinhas. Eu segurei meu filho nos braços o mais rápido que pude e o aconcheguei ao peito meu bebê sentiu meu cheiro e o choro tão forte foi se acalmando até leves suspiros indignados. — Eu ainda não o machuquei não sei que drama todo é esse parece que eu sou um monstro. — Seu bastardo. — Cale a boca Helena antes que eu o arranque de você novamente. — A polícia vira te pegar. Ele riu me olhando de lado. — Você acha mesmo que a polícia faria alguma coisa estão todos pensando que aquele velho te machucou eu sou seu Salvador e além disso se alguém vier o sangue que corre nas veias dessa criança é meu estouap nas exercendo meus direitos de pai. — Esta engando eles virão te prender você é um homem odioso que tinha uma obsessão com a minha mãe e agora tem uma comigo eu tenho nojo de você. — Obsessão você diz Leia era o amor da minha vida ninguém se compara a ela, mas ela teve que escolher Leonardo ao invés de mim e depois teve que ter uma criança dessa relação eu tentei fazer ela deixar tudo para ficar comigo, mas ela se atreveu a negar eu sempre tenho o que eu quero ou ninguém tem... Seus olhos estavam vidrados como se estivesse lembrando de algo. — O que você quer dizer com isso? — O que eu já disse, ninguém brinca comigo e só saem quando eu descarto ela se negou a ficar comigo e eu tive que mostrar a ela. Léia implorou para não fazer nada com você até mesmo quando a vida fugia dos seus olhos. — Foi você que matou minha mãe, por quê? Gritei com ele, mas só obtive um, tapa no rosto me segurei para não cair com Lucca me abaixei tentando protege-lo. — Porque o que eu fiz para você me tratar assim? — Ora você não descobriu, você nasceu Helena... — Eu nasci, e que culpa eu tenho não pedi para nascer nem nada disso. — Era para sua mãe ter me escolhido eu poderia ter dado tudo a ela, mas não escolheu Leonardo sempre Leonardo aquele viciado em jogo. — Olha eu quero só o meu filho eu não direi nada me deixe ir Alexandre? — Te deixar ir, é claro que não você nunca mais escapará deixarei você presa sem ver a luz do sol e essa criança deixarei em algum orfanato ele não é nada para mim quem quer trocar fraldas e todas essas coisas isso me dá nojo. Comecei a chorar e ele veio sobre mim, tentando tirar Lucca dos meus braços quando escutamos vozes alteradas e tudo se tornou um caos Alexandre me puxou para ele me colocando na sua frente na briga meu filho começou a chorar novamente. — Cale a boca dessa criança Helena. — Pare aí é a polícia solte a mulher Alexandre. — Eu prefiro morrer do que deixá-la ir. Ele me empurrou e eu me desequilibrei caindo joguei meu corpo de lado para proteger Lucca o que importava era proteger meu bebê. — Levante Helena sua c****a nem para isso você serve. Tudo doía, mas me fiz em uma bola para esconder Lucca os chutes de Alexandre continuaram e eu não podia levantar ele se deu por vencido e correu e eu escutei um disparo tudo ficou em silêncio o eco do barulho ainda estava em meus ouvidos de repente mãos fortes me puxaram e eu gritei de medo e dor.
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