Victória tem um ano novo de tirar o folego

2262 Words
Desde que me conheço por gente passamos o natal e ano novo com meus tios, mas esse ano foi diferente, passamos o natal com a família de Rômulo e ano novo em nossa casa com os pais de Rômulo, foi bem diferente e divertido, mas senti falta dos meus primos, mas meus tios foram para Nova York ficar com Nigel e James, e tive que aceitar essa distancia. Rômulo preparou uma surpresa para mim, a meia noite me levou para fora e pediu para que olhasse para o céu, me abraçou por traz e ficamos olhando e os fogos começaram a sair de traz da casa e explodir sobre nós, foi à coisa mais linda que já tinha visto, enquanto ria de alegria eu chorava e não tinha como não me apaixonar de um vez por Rômulo, quando terminou eu me virei e pulei em seu pescoço e o beijei com emoção e paixão, minhas pernas envolveram seu quadril e ele me segurou como uma criança, no fim estávamos rolando pelo chão aos beijos e gargalhadas, foi o melhor fim de ano que já tive em toda a minha vida. "Dorme aqui hoje!?", pedi deitada sobre seu peito. "Seus pais não vão gostar!", disse ele acariciando minhas costas. "Vão sim!", eu o olhei e sorri, "eles te amam como um filho!". "O que você está pensando mocinha?", ele tocou a ponta do meu nariz. "Em visita noturna!", dei risada e fiz cócegas nele. Rômulo riu e segurou minhas mãos, "Eu não tenho coragem de t*****r com você aqui na casa dos seus pais, mas se fosse a minha casa"..., ele arregalou os olhos, "Amanhã poderia ir almoçar na minha casa... Eu poderia fazer minha mãe te convidar para dormir essa noite lá em casa e eu faço a visita noturna!". "Vamos tentar!", me levantei e entramos em casa, me juntei com meus pais no sofá, o Sr. Coster estava bem alegre e conversava animado com meu pai, minha mãe e a Sra. Coster apenas sorriam e escutavam, Rômulo chegou no ouvido de sua mãe e sutilmente sem ninguém perceber pediu para me convidar a dormir lá e aproveitar a piscina e o almoço, ela sorriu para ele e pegou no queixo dele, era nítido que ela sabia o que ele queria na verdade. Às duas da manhã todos se levantam, eu já estava morrendo de sono e deitada no peito de Rômulo, ele cochilava com a cabeça no encosto, e foi que ouvi a Sra. Coster fazer o convite, minha mãe torceu a boca, meu pai sorriu e concordou, afinal de contas, eu era crescida para decidir o que eu queria, tinha certeza que minha mãe iria brigar com ele depois, mas nem iria se lembrar, já tinha bebido e muito, coloquei algumas coisas na mochila e segui com eles. Rômulo fingiu que estava cansado o caminho todo, mas suas mãos não paravam quietas, entramos na residência, era magnífica e grande, um jardim de inverno separando as duas salas dava um charme maravilhoso, o piso de cerâmica claro deixava a casa bem clara e harmoniosa, subimos as escadas, a Sra. Coster me pôs num quarto enorme e me mostrou onde ficava o banheiro e cobertores caso eu quisesse, me desejou boa noite e seguiu para fora do quarto, ela era linda, seu andar era clássico e uma dama da sociedade, seus cabelos sempre preso em coque e seus vestidos justos davam um charme e elegância para suas formas, era magra e sempre muito bem maquiada, era mais jovem que minha mãe, nunca perguntei sua idade, mas provavelmente tinha seus 37 anos, mais que isso era impossível, pois Rômulo me contou que ela se casou com 18 anos e logo teve os filhos. Entrei no banheiro e tomei um banho rápido, não lavei os cabelos, apenas os escovei e bem e saí do banheiro apenas enrolada na toalha, totalmente despreocupada, quase gritei de susto quando vi Rômulo deitado na cama completamente à vontade me esperando, apenas o lençol cobria suas partes, meu coração disparou ao vê-lo ali tão disponível, ele estendeu a mão para mim, eu segui até ele devagar e caí em seus braços, ele me deitou na cama com um simples giro, apoiando as mãos nas minhas costas, passou a mão nos meus cabelos e no meu rosto e disse baixinho. "Amo você gata!", seu sorriso era terno e apaixonado, não tinha duvidas do seu amor. Nos beijamos mais uma vez, aquela cama era macia e quente e muito espaçosa, Rômulo puxou minha toalha devagar e me descobriu por completo, olhou meu corpo nu e puxou o ar pela boca, e pegou em um dos meus s***s, eles cabiam em sua mão, seu beijo foi de enlouquecer e gemeu apertando meu seio, e se ajeitou na cama e ficou sobre mim, ele estava nu como eu imaginava, eu queria vê-lo por inteiro, mas no calor do momento, eu só queria que me tocasse e me amasse, sua mão desceu até meu s**o e me tocou carinhosamente e ele massageou meu c******s, abri as pernas lhe dando livre acesso, ele gemeu mais uma vez sentindo que já estava molhada e pronta para recebê-lo. "Ah!... Gata!... Você está molhadinha pra mim!", seu beijo foi direto para o meu pescoço e desceu até meu seio e ele abocanhou meu mamilo e o sugou, me torci embaixo dele e gemi de desejo, meu ventre recebeu uma descarga elétrica de prazer, eu queria ele dentro de mim, meu corpo começou a tremer, ele sorriu ao me olhar ali tão entregue a ele, novamente se encaixou no meio de minhas pernas e apontou seu p*u na minha a******a grunhiu quando enfiou em mim, eu joguei a cabeça para traz e gemi como uma gata e apertei seus braços fortes, ele começou e se movimentar dentro de mim, entrando de vagar, sua boca encostou no meu queixo, suas mãos passearam pelo meu corpo e tocou meu seio novamente e ele acelerou, meu ventre se contraiu quando chegou ao fundo e tocou meu ponto mais sensível e desejoso, era uma sensação deliciosa aquela, arfei e relaxei embaixo dele e deixei que me comesse com vontade, Rômulo grunhiu quando o apertei mais uma vez e ele acelerou agarrando minha coxa que estava ao lado do seu quadril, ele era uma visão deliciosa de se olhar, mais uma vez ele atingiu o ponto sensível, eu o apertei nos braços e deixei que metesse forte dentro de mim e eu explodi em sua volta e gemi e gozei violentamente, ordenhando-o com vigor, Rômulo afundou o rosto no meu pescoço e rosnou e gozou dentro de mim, me enchendo e jorrando, ele meteu forte, até a ultima gota, nossos corpos estavam suados e arfávamos juntos e ficamos abraçados, ele me olhou depois de um tempo, passou a mão pelo meu rosto e meus cabelos e me beijou cheio de desejo. "Gata!... Você é gostosa demais!... Valeu a pena esperar esse tempo todo!". "Você também é uma delicia!", sorri, eu queria mais. Ficamos nos acariciando e trocando palavrinhas maliciosas e declarações de amor, as mãos passearam novamente por nossos corpos e eu pude ver quanto meu namorado era lindo e uma escultura humana, nossa primeira noite juntos foi de tirar o fôlego e só dormimos quando estava amanhecendo. Acordei com o deslocamento de ar no quarto e foi quando percebi que a porta estava se fechando, eu e Rômulo estávamos agarrados um no outro completamente nu, só o lençol nos cobrindo, respirei fundo me sentindo envergonhada, afinal de contas eu fui para lá para aproveitar o dia e o almoço de ano novo com a família do meu namorado, tentei sair da cama, mas Rômulo me segurou e me puxou para ele. "Alguém acaba de nos ver dormindo juntos!", disse olhando para ele. Rômulo abriu apenas um olho, ainda deitado de bruços e com o braço sobre mim, "E o que é que tem isso?". Fiquei espantada com sua tranquilidade. "Estamos na casa dos seus pais!". "É minha também!", ele disse se virando na cama, seu corpo nu encostou no meu, e eu senti um arrepio e um desejo de tê-lo dento de mim mais uma vez, sua mão saiu do meu quadril e veio parar no meu seio, ele acariciou e apertou o biquinho com o polegar e o indicador, meu ventre se contraiu de desejo e puxei o ar pela boca, e ele sorriu malicioso e me colocou de ladinho e ergueu minha perna um pouco e encostou sua ereção na minha a******a direcionando seu p*u com a mão, senti que esfregava em mim, lambuzando, gemi e me torci de desejo e pressionei meu bumbum contra o seu p*u para que me possuísse, ele gemeu a traz de mim e me penetrou, meu gemido foi quase um resmungo de dor, mas era de puro prazer, me agarrei ao lençol e apertei com força enquanto ele escorregava para dentro de mim, ele grunhiu quando chegou até o fundo e começou a se movimentar erguendo minha perna , sua visão deveria ser espetacular, ele puxava o ar pela boca e entre os dentes, comecei a ofegar com suas investidas, meu ventre se contraia cada vez que ele ia fundo dentro de mim, gemi e me torci quando acelerou mais um pouco, sua mão soltou minha perna e pegou meus seio e apertou e puxou meu mamilo, aquela dor provocou mais prazer e meu ventre se contraiu mais uma vez, eu estava quase ao ponto de gozar, "Gata!... Adoro estar dentro de você!", disse ele beijando meu pescoço, ele metia fundo dentro de mim, minhas costas começaram a suar, meu cabelo e meu corpo estavam pegando fogo, eu queria mais, queria que fosse mais rápido e meu quadril entrou no ritmo, ele grunhiu arfando e se segurando, e eu explodi em sua volta e quis gritar de prazer, aquilo era bom demais, seu p*u batia no meu p*****g, soltei um gritinho quando senti que ele gozou e começou a jorrar dentro de mim, meus pelos do corpo se arrepiaram, ele gemeu e apertou meu seio que ainda estava me apalpando, seu p*u pulsava dentro de mim e eu o ordenhava, parecia interminável e estava vendo estrelas de tanto prazer, fiquei exausta e em êxtase, ele me agarrou com força, gemendo a traz de mim, com o rosto afundado no meu pescoço. "Que delicia!", disse ele em um sussurro. Sorri arfando, seu p*u ainda estava dentro de mim, qualquer movimento que fazia, reverberava no meu vente, era como se eu estivesse tendo pequenos espasmos de orgasmos. Logo depois resolvi ir tomar um banho, entrei debaixo D'água e deixei cair aquela água forte nas minhas costas e na minha cabeça, estava no céu, Rômulo era uma delicia de homem e todo meu, logo ele se juntou a mim no banho, ver aquele corpo molhado e completamente a vontade na minha frente me fez deseja-lo mais uma vez, mas me mantive cautelosa, peguei a esponja e o sabonete e esfreguei e passei em sua pele, começando do pescoço e fui descendo em movimentos circulares em seu peito e abdômen, o virei e lavei suas costas, vi que ele se acariciava, pegando em seu p*u e provocando outra ereção, quando se virou ele estava completamente ereto, pegou em meu ombro e me forçou a ajoelhar, eu fiz achando que era para lavar suas pernas bem torneadas, mas ele me olhou com os olhos em chamas, "Quero que abra a boca!". Pisquei várias vezes não entendendo o que queria e disse novamente, "Abra a boca gata!". Abri receosa, ele se aproximou com seu p*u duro na mão que ele alisava sem parar, segurou meu cabelo por traz da nuca, protestei com sua brutalidade levando minha mão na dele para parar de puxar meu cabelo, "Abra a boca Victória, quero que chupe o meu p*u!". Me senti enojada com aquilo, mas acabei obedecendo, abri a boca, "Abra mais!", ele abriu a boca comigo e quando achou que estava bom, enfiou seu p*u na minha boca, "Agora chupe como um pirulito, mas cuidado com os dentes!". Comecei a c****r, e ele a meter dentro da minha boca indo até a minha garganta, senti náusea, mas aguentei firme e por alguma ração senti desejo e prazer no que fazia e comecei a chupa-lo com mais vigor, ele gemia e puxava o ar pela boca, seu p*u ficava cada vez mais duro e mais inchado na minha boca até que ele gozou e segurou firme no meu cabelo para não largar, seu liquido jorrou dentro da minha boca, gemi em protesto, queria tira-lo da minha boca, "Engole gata!", disse ele entre os dentes, fiz um esforço enorme para engolir e me puxou para ficar em pé, passou a mão pela minha boca que estava inchada e vermelha e sorriu arfando. "Que delicia!", ele beijou meu pescoço e me abraçou forte, eu me sentia envergonhada e usada, praticamente humilhada, mas meu s**o estava completamente molhado, "Você tem uma boca deliciosa!... Quero sempre senti-la!", disse ele baixinho e levando a mão ao meu s**o e me massageando, mas eu não estava mais a fim, peguei em sua mão e a segurei. "Chega por enquanto!... Vamos terminar o banho e tomar café!", disse séria, olhando em seus olhos. "Tudo bem!", ele disse se afastando e se lavando rapidamente e saiu sem dizer mais nada, eu me lavei rapidamente e saí logo em seguida, Rômulo não estava mais no meu quarto, isso me deixou frustrada e alegre ao mesmo tempo, eu podia me trocar sem olhares desejosos
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