Sophie Bennett O som dos meus passos ecoavam pelo hospital, rápidos e trêmulos. Cada batida do meu coração parecia ensurdecedora enquanto eu me dirigia até a recepção. Assim que cheguei ao balcão, olhei para a recepcionista, a voz saindo entrecortada. - Dante Castellini... ele está aqui. Por favor, preciso de notícias! A moça, com uma expressão neutra que parecia desenhada para lidar com momentos assim, consultou o computador e, depois de alguns segundos que pareceram horas, respondeu. - Por favor, aguarde na sala de espera. O médico ainda está examinando, e vai vir quando houver informações. Aquela resposta, tão impessoal, me deu um nó na garganta, mas não tinha escolha. Bárbara estava ao meu lado e, segurando meu braço com firmeza, me guiou até a sala indicada. Ao entrar, os meus o

