Sophie Bennett Havia algo diferente naquela manhã. Dante estava distante, perdido em pensamentos, como se carregasse um peso invisível, porém, sentia os seus olhos em mim o tempo todo, como se ele quisesse contar algo, mas não era o momento. Respeitei o seu espaço, imaginando que ele me contaria quando estivesse pronto. Depois do café da manhã em família, Dante saiu para trabalhar, e levei Lucca à creche como de costume. Ele, animado como sempre, segurava a minha mão enquanto íamos para o carro. Coloquei ele na cadeirinha garantindo que ele estava bem seguro, entrei no carro dirigindo até a creche. Após deixá-lo, decidi aproveitar o tempo livre antes do almoço marcado com Verônica e Bárbara. Não queria voltar para casa, então andei sem rumo pelas ruas movimentadas da cidade. Passei por v

