Prefácio

467 Words
Prefácio Uma distopia nunca é fácil de se escrever. Enfrentei muitos desafios com os costumes imaginários de uma década que ninguém jamais viveu. É uma década futurista, em que os personagens estão imersos em um sistema opressor de governo, enfrentando toda a sorte de acontecimentos que surgem em suas jovens vidas. O que podem fazer, eles fazem. E vão solucionando problemas, um atrás do outro. Devo avisar que é o meu livro mais denso e desafiador até agora. Saí da zona de conforto até mesmo nas cenas de s**o que um casal precisa ter. Saí da zona de conforto que sempre saio, porém em um passo ainda maior. O medo de errar é grande, portanto, devo avisar dos gatilhos psicológicos que a história pode trazer. Não posso dar spoilers no meu prefácio, porém posso garantir que pessoas muito emotivas ou que passam por um tratamento para ansiedade e depressão tomem cuidado ao ler. Sempre procuro trazer um pouco da realidade em meus livros. Afinal, é impossível se desvencilhar dela, ainda que leiamos livros para nos aliviar ou para nos poupar. Trago para os romances, temas sensíveis à maioria da sociedade como relações de idade, xenofobia, misoginia, abusos e muito mais. Fechado para o amor traz um pouco de tudo isso, mas ainda tem a coragem de flertar com o amor. E o amor, em tempos difíceis, talvez seja a única coisa em que nos resta acreditar. Eu não gosto do piegas, não gosto do óbvio e tenho aversão ao lugar comum. Por essas razões não esperem finais previsíveis de mim. Nunca. Minha missão é cutucar o leitor e fazê-lo pensar junto comigo. Por várias vezes pensei que não ia dar certo. Tive medo. Porém peço sua leitura despretensiosa. Não coloque a lupa feroz da crítica ao perceber determinados exageros propositais. Eles foram escritos para serem encarados como uma visão exagerada de uma sociedade doente. Apostei alto na originalidade e acredito que só tenho a ganhar seguindo algumas vezes nessa linha. Conforme eu disse em uma live no meu i********:, Fechado para o amor tinha começado de maneira totalmente diferente. Ele foi fruto de uma notícia que li na internet, em canal absolutamente confiável, de uma mulher asiática que se casou com uma inteligência artificial de aplicativo. Ela realmente ganhou na justiça o direito de se casar com tal IA. Seguindo meus insights, vislumbrei uma história bem diferente da que escrevi. Fechado para o amor foi se transformando e se adaptando, fugindo totalmente da premissa original para ser o que ele é hoje: Uma distopia futurista com cara de romance revolucionário. Espero que gostem da minha obra tanto quanto eu a amo. E se quiser me falar sobre ela, siga as minhas redes sociais.Instagram: www.instagram.com/autoralumendes Facebook: w**************m/autoralumendes Site: www.autoralumendes.com.br Um abraço a todos e ótima leitura! Luciana Mendes
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