— Se necessário, então concordo. Declaro apressadamente ao médico. — Tudo bem. Vamos observar por enquanto. — Diga-me, eh... Amiran, ele... — Seu marido está no corredor. Mas entenda, ele ainda não pode visitá-la. Sua condição é muito instável. — Sim, claro. Eu aceno. — Nem pensei em pedir uma visita. Eu só queria saber se ele foi embora. E acontece que ele está aqui, embora já tenha passado muito tempo. Mas por que? Se ele está tão enojado com o meu bebê, então por quê? Ou ele acreditou na minha palavra? Espero pacientemente pela próxima hora. Tento pensar apenas em coisas boas, mas, por sorte, as palavras ofensivas do meu marido continuam surgindo na minha cabeça. — Então, Jade. Diz o meu médico, entrando mais uma vez. — Teremos que fazer o parto. — O que? Mas você disse... — Se

