P.O.V LEÃO
20.02.2022
08:56 AM
RIO DE JANEIRO ?
Xxx: e otto, você e tão novo pra Estar nessa situação, sem chance nenhuma de sobreviver - escutava a enfermeira falar enquanto me limpava e cuidava de mim
Eu tentava falar, eu tentava mandar ela tirar a mão de mim, mais era impossível, minha voz não saia, eu não conseguia me mexer.
Eu queria a minha mulher aqui, eu queria poder sentir seu toque mais bem isso seria possível, eu m*l sentia os movimentos que a mulher fazia em mim então quem dirá o toque da Thays.
Queria saber se ela ainda me ama, se ela ainda sente a minha falta, como eu sinto a sua, era estranho um dia eu estava com ela e no outro eu simplesmente não tenho mais ela ao meu lado.
Minha vida era um inferno total, eu não falava, não me mexia era tratamento atrás de tratamento, as dores de cabeça forte que eu sentia e eu nem podia tomar remédio ou dizer que eu estava com dor!
Minhas vistas estão embaçada, eu vejo apenas borrões via pouco, mais ainda conseguia ver alguma coisas, as vezes fico de olhos fechados simplesmente pra ver se aquilo passava e os médicos entra e acha que eu estou dormindo e fica falando sobre a minha situação.
Minha chance de sobreviver são mínimas, o câncer havia se espalhado por todo o meu corpo, uma cirurgia não iria adiantar, os remédios não estão adiantando, as quimio também não está ajudando em nada então eu não tenho chance de ir atrás da minha mulher.
Alimentação eu estava recebendo na veia,mais mesmo assim ele não consegue ficar dentro do meu estômago, eu estou sozinho nessa e isso me dói tanto saber que estou chegando no fim e não tem ninguém aí meu lado.
Em qual momento eu fiquei sozinho? Em qual momento todos me viraram as costa? O que eu havia feito pra estar nessa situação?
Xxx2: o que aconteceu com ele?- perguntou um enfermeiro que me olhava com desejo eu acho
Xxx: sofreu um acidente de carro, perdeu os movimentos do corpo e está no estágio terminal do câncer, um desperdício não e?- falou rindo e passando um pano molhado pelo meu corpo
Xxx2: desperdício e pouco, eu me acabava nesse cara- falou alisando meu corpo eu queria me afastar, tirar a mão desse p@u no uc de mim, mais eu não conseguia
Eu sentia uma sensação horrível com aquele comentário, a mulher ria da forma que ele me alisava e falava coisas desnecessária, ela tirou o pano que tomava a minha parte intima e o cara ao seu lado arregalou os olhos.
Meus olhos se encheram de lágrimas com àquela exposição toda, ele colcou a mão no meu p@u e fez movimentos de subir e descer me deixando agoniado, as lágrimas caia silenciosamente meu coração estava acelerado a vontade de gritar só aumentava!
Xxx2: será que esse p@u ainda sobe- ele perguntou olhando pra mulher que mordia os lábios em me olhar, me ver naquela situação parecia não importa eles
Xxx: sempre tive curiosidade em saber disso Davi - ela falou levando sua mão também pro meu m****o e colocando a boca la e me chupando
Eu não sentia nada, eu só sentia nojo de mim e de toda aquela situação, o tal Davi olhava aquilo totalmente exitado, ele tirou o seu m****o pra fora e começou alisar fazendo movimentos de vai e vem com as mãos m
A mulher enquanto me chupava, levava sua mão pra sua i********e e soltava gemidos baixos enquanto passava a linha na cabecinha do meu p@u
Não demorou muito pra senti um jato quente na minha cara e o Davi gemendo rouco jogando o líquido na minha cara.
Xxx: não e que o brinquedo ainda funciona - falou vendo meu pênis duro e totalmente babado, o Davi foi pra trás dela abaixando a sua calça e enfiando o seu m****o nela que soltou um gemido e colocou o meu p@u novamente na sua boca
Davi: geme baixinho sua goxtosa- ele falou com a mulher que ainda não sabia o nome, aquela sensação era horrível, eu não queria mais ficar naquela situação, eu sentia nojo de mim eu sentia nojo deles e o pior de tudo era que eu não conseguia ao menos chamar ajuda - pohaa Talita você e tão apertadinha - ele falou forçando a cara dela no meu m****o e fazendo ela engasgar
Talita: você e tão docinho- ela falou entre os gemidos, depois de um tempo eles terminaram o que estava fazendo e se arrumaram e riram ao me ver chorando, eles terminaram de me limpar e saíram do quarto como se nada tivesse acontecido
Chorei tanto ao ponto de passar m*l e os médicos entrarem e me dar um calmante pra dormi.
(....)
05:10 PM
Médico: espero que esteja melhor- ele falou medindo a minha pressão, eu sentia medo dele, sentia medo cara vez que a sua mão tocava meu corpo, eu olhei pra enfermeira atrás dele e comecei a chorar fazendo os movimentos cardíacos acelerar e o computador apitar algo igual havia acontecido mais cedo
Ela me olhava sorrindo e fazendo movimentos pra mim ficar quieto, o médico me olhou estranho tentando entender o que estava acontecendo, eu queria falar, queria me levantar e acabar com aquela mulher mais eu não conseguia.
Médico: está sentindo alguma dor?- ele perguntou e eu neguei com a cabeça já que era a única coisa que eu conseguia mexer do meu corpo- aconteceu alguma coisa? Você viu alguma coisa?- perguntou novamente e eu neguei
Talita: o que você acha que ele tem doutor?- ela perguntou olhando nos meus olhos e mordendo os lábios e eu fechei os olhos sentindo as lágrimas cair
Médico: isso e normal, nesse estado eles vão ficando mais sensível, querendo ou não eles sabe que a sua hora está chegando, ainda mais por passar toda essa situação sozinho apenas com os enfermeiros e médicos - ele falou respirando fundo - e tão triste essa situação, até mesmo os policiais abriu mão dele, sabe que daqui não tem pra onde ele fugir e muito menos sobreviver - completou
Ele ficou ali fazendo alguns exames e logo saiu junto com a mulher me deixando sozinho como sempre eu ficava.
As lágrimas descia com mais intensidade, os aparelhos apitava alto o suficiente pra ser ouvido, logo eu fui perdendo a consciência e escutava tudo baixo como se as pessoas tivesse muito longe.
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