Apenas 3 meses.

1112 Words
Se passaram os três torturosos meses até meu casamento em pensar que sou tão nova me assusta, digo, ainda não completei a adolescência ainda não tenho 16 anos e já irei sair da casa de meu pai. Espero que ele meu Rei me permita visitar minha família. - Eu não vou me curva Digo para minha professora de etiqueta que pela milésima vez diz que devo me curvar quando entrar em sua presença, mas bem sei eu que isso significaria que eu respeito ou que temo ele mas não sinto nada, sinto apenas nojo. Não me disseram nada além de que ele tem 18 anos fico pensando eu como deve ser r**m ser Rei tão novo e lembro que serei rainha no domingo. Papai decidiu que o casamento seria num domingo de santa ceia pra que os céus nos abençoa-se, ou seja, faltam apenas 2 dias. Dois dias e não serei mais livre, dois dias e poderei ser a Rainha mais feliz ou infeliz de todo esse Reino... Acho que Grand deseja o casamento para tirar o poder de meu Pai sobre o povo, talvez ele também me despreze como Rainha, como a Herdeira do trono... Pensar que o meu inimigo que está prestes a casar comigo me despreza me deixa tonta então encerro as aulas de hoje, como ainda não comi nada e já é meio dia, desço para o Almoço Real, Vejo minha minha irmã comer de forma despreocupado, apesar da etiqueta que lhe foi muito bem dada, vejo papai sério e distante e a mamãe com um ar melancólico. Querendo ou não eu sei que eles estão sentido o peso da coroa e eu os amo por esta fazendo o que é certo em vez de serem egoísta.. Rapidamente se passaram os dias e agora faltava apenas horas para ser oficialmente uma mulher casada. Papai estava nervoso e com medo e eu também, estava em um quarto ajustando algumas coisas no meu vestido e cabelo, foi quando a mamãe entrou e colocou dentro do meu vestido entre os meus s***s a adaga. - Se ficar com medo e ele tentar lhe forçar algo, não teme apenas se proteja! - Mamãe? como eu ousaria matar ou negar a consumação ao meu marido? - Filha me escute apesar de tudo, eu nunca quis isso, então entenda quando eu digo que você vem em primeiro lugar, meu trono é pequeno de mais porém você minha garota é grande o suficiente pra preencher todo o meu coração. choro pois agora vejo que minha mãe antes de ser Rainha é minha mãe. Então chegou o grande momento, será um casamento tradicional após a ceia todo o ambiente foi reorganizado, a capela toca a típica música de entrada da noiva. Papai está me levando ao altar não ouso olhar para cima e me desgraçar com a aparência de meu esposo temo que após dizer até que a morte os separe a morte realmente nos separe, temo que talvez meu pobre coração possa por um momento amá-lo seria como trair meu próprio eu... Temo tanta coisas. Mas quando levanto meu olhos e me depara com ele O garoto do jardim real temo que o universo esteja contra mim. Não me curvo quando para a seu lado. agora tudo faz sentido, nem tudo mas grande parte pois ele estava com um olhar de compreensão mas como ele poderia compreender tudo o que eu disse? como não ficou com raiva ou como me tratou com tanto respeito? - É você? - Você está bem? Meu pai esboça confusão por nós nos conhecermos, até eu estou confusa como assim eu conheci ele no meu aniversário logo no mesmo dia em que descobri tudo isso... Provavelmente estou com os olhos arregalados ou então ele não teria me perguntado se estou bem, tento ficar normal... - Estou bem e você? - Me pergunto se as princesas do seu Reino recebem etiqueta básica... Não respondo, sei que o fato de não me curvar é um grande sinal de desrespeito e desprezo mas jamais me curvaria a um povo tão c***l. Sem contar que ele não viu nada, espere até que o mesmo veja Lilith no banquete de despedida, a pequena sabe ser m*l educada, porém feliz. Depois das longas palavras do Mago de Oren (O Mágico que abençoa as uniões) nós não nos beijamos o Mago pulou essa parte é encerrou a cerimônia, não sei o que pensar sobre. Enfim, partimos para o Banquete e como eu disse a pequena Lilith chegou a assustar os convidados humildes de meu casamento pois comia como um pequeno dragão. Após finalmente nos despedimos e nos fomos embora para o terrível castelo de Vasconceli, quando chegamos lá ele apenas saiu da carruagem me deixando para trás. Andou rapidamente para dentro e falou algo com o guarda mais próximo, poderia sentir de longe o ódio dos guardas que logo vieram me escoltar até meu quarto. Falaram algo sobre eu comer em meu quarto, quando abri meu quarta roupa fiquei em choque não havia uma roupa sequer da cor de meu Reino, as cores eram ouro e branco pois simbolizava um leão e a nossa riqueza. Eu não estava conseguindo tirar o vestido de jeito nenhum então peguei a adaga que minha mãe me deu e cortei as fitas do espartilho a adaga não era de ferro era de ouro, só aquela adaga valeria muito paras os pobres... tiro a minha coroa, ao olhar pra ela lembro-me de que eu não serei Rainha até que fassamos uma cerimônia então eu ainda sou uma Princesa. Para fazer a cerimônia eu devo ter consumado o casamento, após passar um tempo vasculhando meu quarto percebo que lá tem utensílios de costura e como esse é um dos meus passatempo favorito faço um vestido aproveitando os tecidos do quarta roupa assim juntando as cores de ouro branco e vermelho e preto, estou linda é inegável. Ouço uma batida na porta é o Grand, com meu almoço. - Precisamos conversar. - Por favor entre. - Devemos consumar o casamento está noite após o jantar e você deve jantar comigo todas as noites mas pode decidir onde fazer as outras refeições. ele estava prestes a sair mas eu tornei a falar, queria deixar claro que não sou nenhuma iludida doida por amor em um casamento condenado a dar errado. - Grand eu não espero que me ame, pois não serei capaz de te amar. Falo e ele concorda com a cabeça - A sua cerimônia será feita 3 dias após a consumação, te espero lá em baixo as 19h. Ele me lembra do ato que infelizmente nem me adaga será capaz de me poupar.
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