O grande pátio da entrada estava completamente deserto. Esperou com a porta aberta a chegada do táxi. Por um bom tempo, Sarah olhava por cima dos ombros, esperando que Liam aparecesse. Não havia sinal dele. Estava ocupado e tinha despedidas a fazer. Ela tinha que ir. A volta a Londres foi rápida. Depois dos primeiros quilômetros o motorista tentou em vão estabelecer uma conversa. Sarah olhava pela janela a distância passar numa mancha verde amarronzada, enquanto sombras cinzas anunciavam a cidade. — Chegamos, meu bem — o motorista avisou, em frente à casa de Liam. A voz a arrancou do passado para o presente. — Vou precisar que você espere um momento para eu pegar o dinheiro — avisou. — Não vai demorar muito... — Não precisa — disse por cima dos ombros. — Um cavalheiro, na mansão já

