Mirella . . .
Saí daquele quarto p**a por dois motivos. O primeiro foi porque as meninas não me contaram que o tal chefe era o Dacruz. E o segundo porque aquele i****a saiu de perto do nada, parece doido.
Cheguei perto das meninas que me olharam com cara de curiosas. Elas estavam sentadas em uma mesa um pouco mais afastada.
Eduarda: E aí, como foi?
Débora: Conta tudo.
Emilly nem deu atenção, só ficou me olhando curiosa e calada.
Mirella: Foi horrível! E como vocês não me falaram que era ele? – já falei nervosa com elas. – p***a, se eu soubesse que era ele, eu nem tinha ido.
Débora: Amiga, a gente sabia que tu não ia acreditar. Então era melhor você mesma ir e ver com seus próprios olhos.
Eduarda: Cara, a gente só tava tentando te ajudar. Você mesma ficou se perguntando do Dacruz toda hora, eu sei. O que foi que aconteceu lá dentro pra você estar assim?
Mirella: Nada, p***a. Só acho que vocês todas deveriam ter me avisado que ele tava bem. Sei lá, eu já tava pensando o pior. Cheguei lá e, do nada, vejo o cara na minha frente... é estranho.
Emilly: Mano, para de ficar dando show, Mirella. – me xingou aumentando o tom. – Se acalma, cara. Vocês se viram, grande coisa. Nenhuma de nós fez isso de s*******m contigo, não.
Saí dali dando as costas pra elas. Na moral, tava estressadona. Eu já tava pensando que ele tava na pior. Sei lá, achei que tinha acontecido algo pra elas ficarem com aquele suspense todo pra cima de mim. Mas o cara tá aí, firme, forte... e gostoso.
Pô, custava contar que ele também tava morando aqui? Nem entendi aquele papo de "chefe", mas tô muito brava pra ir tirar satisfação com elas.
Na moral mesmo? Sei nem pra onde tô indo, só sei que tô me afastando cada vez mais daquele baile. Vou me preocupar não, já até sei onde é a casa das meninas, minha memória é boa.
Entrei em um beco escuro, peguei meu celular e liguei a lanterna. Tava andando tranquila até que ouvi um barulho alto e, de repente, caí no chão sentindo uma dor enorme no meu dedinho.
Mirella: Ai, filho da p**a! – gritei. – Tem olho não, arrombado?
KL: c*****o, nem te vi, pô. Desculpa aí, esse beco tá escuro e o farol da moto queimou. – me ajudou a levantar. Mesmo sentindo uma dor no dedo, fiquei em pé. Ele deu uma pausa e olhou pro meu dedo, logo seus olhos arregalaram. – Mano... acho que teu dedo tá quebrado.
Olhei pro meu dedo, e realmente estava quebrado.
Mirella: – bufei e olhei pra ele. – E então? Tem como me ajudar pelo menos a colocar uma faixa nesse dedo?
KL: Tá doida? Vou te levar pro postinho, pô.
Mirella: Não precisa, cara. Anda logo, me ajuda.
KL: Tá achando que é médica, é?
Mirella: Sim, sou. Agora dá pra calar a p***a da boca e me ajudar?
Ele assentiu e me pegou no colo, me deixando em cima da moto. Paramos em frente à sua casa. Ele me pegou no colo de novo e me deixou no sofá, trazendo uma maleta de primeiros socorros. Fiz o que tinha que fazer e coloquei a faixa no dedo, enquanto o retardado do KL me olhava.
Mirella: Você é muito esquisito, chega a me dar medo. – dei uma risada fraca, e ele sorriu de lado.
KL: Se preocupa não, tô te olhando porque te achei linda demais, papo reto.
Mirella: Então por que você não me diz logo o que quer de mim? – arqueei a sobrancelha e olhei maliciosa pra ele, que retribuiu o olhar.
KL: Se eu te mostrar o que eu quero, você vai me dar? – deu um sorriso lindo demais.
Mirella: Hm... talvez.
Ele sorriu e se aproximou de mim, me beijando. O beijo foi esquentando e subi em seu colo, dando reboladas nada discretas. KL me pegou e me levou pro quarto, me colocando devagar na cama sem parar de me beijar.
Dei um sorriso e puxei a camisa dele, logo ele subiu em cima de mim, depositando vários beijos no meu pescoço e descendo em direção aos meus s***s, que estavam à mostra por causa do decote do vestido.
KL tirou meu vestido e minha calcinha. Eu já estava bem molhada e ele enfiou dois dedos de uma vez em mim. Gemi de prazer quando senti sua língua tocar na minha i********e, me causando arrepios. Ele fazia movimentos lentos com a língua, me levando ao delírio. Gozei na boca dele, e logo depois ele se levantou, tirou a bermuda e a cueca, me dando uma bela visão do seu m****o já duro.
Me ajoelhei na frente dele, peguei o m****o com as mãos e o coloquei na boca de uma vez.
KL: p***a, garota... – sua voz era carregada de t***o enquanto eu fazia garganta profunda.
Ele gozou na minha boca e eu engoli tudo. Me deitei na cama e ele veio por cima, me dando um beijo de tirar o fôlego enquanto encaixava seu m****o em mim. Ambos gememos de prazer quando ele entrou de uma vez, já começando a estocar forte enquanto chupava e mordiscava meus s***s.
Logo depois de um tempo, ele mandou eu ficar de quatro. Obedeci e empinei bem a b***a pra ele, que deu um tapa forte. Suas estocadas eram intensas e violentas, fazendo a cama bater na parede várias e várias vezes. Nós dois gozamos juntos e, logo após, fomos tomar banho.
Transamos mais três vezes naquela noite e caímos cansados na cama.