Capítulo 20 Marcos narrando: Mano... já era quase sete da manhã quando eu pisei em casa. Tinha virado a noite no corre da segurança do Guto, firme na contenção, olhando tudo, cuidando da movimentação, mantendo o bagulho no eixo. Trampo pesado, mas é o que paga as conta e bota comida na mesa — e agora que eu fui promovido, o bagulho ficou mais sério ainda. Não posso vacilar. Assim que cheguei, fui direto pro mercadinho. Sabia que a Isa já ia tá acordada, ela sempre abre cedo. E como eu tava de folga hoje, queria dar um salve nela antes de cair na cama. Encostei no balcão e ela já me olhou daquele jeito dela… com sono, mas firme. Ficamos ali trocando ideia uns minutos. Ela falou que o pagode foi bom, que se divertiu… e eu fiquei feliz, mano. Ver minha irmã saindo, sorrindo, tentando vo

