Aquilo parecia surreal, a tenção s****l que havia naquele quarto era sufocante. Amália arfava a cada carícia de Nerone em sua i********e, o desejo a consumindo de uma forma que ela só via ele, só sentia os seus toques e o arfar de leva que deixava os seus lábios sempre que a encarava.
Ela estava entregue, totalmente extasiada.
— Vê como o meu sentido de tato é bom. — diz ele passando o seu dedo por sobre o seu c******s arrancando um grito dos seus lábios.
Sim, ela amava a mão dele em seu corpo, a forma que os dedos dele tocavam a sua b****a lhe arrancando gemidos que ela achava não ser capaz de criar.
— Nerone... eu...
Amália não consegue falar, Nerone a penetra com um dedo a fazendo arquear as costas, o seu corpo se tencionando um pouco com o desconforto que aquilo lhe causava.
— Você é quente, e apertada Amália. — diz ele movendo o seu dedo em sua b****a a fazendo arfar.
Parecia que ele estava brincando com ela, mas Amália podia ver em sua expressão a concentração que ele estava usando, ele estava focado em a atormentar de uma forma deliciosa.
— Segundo os estudos, o seu p*****g fica nessa região. — diz ele curvando os seus dedos em um local específico arrancando um grito de prazer dos lábios dela, ele sorri.
Amália cobre a boca com as mãos tentando evitar que aqueles gritos indecentes a denunciassem, a suas bochechas esquentam ao pensar que outras pessoas poderiam ouvir aquilo, pior ainda as crianças que tinham na casa.
— Não, — diz ele retirando a mão dela da boca, — Seus gritos são meus, e quero ouvir cada um deles.
Aquilo era bom, mais do que ela pensava ser possível, mas apenas aquele contato não era suficiente, não para aplacar o fogo que ameaçava consumir o corpo de Amália.
Ela agarra a camisa de Nerone o puxando mais para si, uma expressão feroz.
— Eu quero mais, — diz antes de chocar a sua boca com a dele.
As mãos de Amália agarram o cabelo de Nerone o puxando mais para si, a sua língua invadindo a boca dele com urgência. Ela n~]ao suportava mais esperar, se ele não a fizesse gozar ela pensava que pudesse se quebrar em vários pedaços.
Nerone não imaginava que ela pudesse agir daquela forma, mas faz o que ela quer, movimenta os seus dedos na b****a dela com mais firmeza aumentando a velocidade enquanto a sua língua adentrava a boca dela abafando cada gemido que ela deixava escapar. Ele podia sentir o quanto ela estava perto pela forma que os quadris dela tentava acompanhar os movimentos da sua mão.
Amália se perdia nas sensações que ele causava, o cheiro de Nerone estava em tudo e ela queria mais daquele calor que ele lhe dava, as suas mãos agarram com força a camisa dele. Amália ouve o barulho do tecido se rasgando, mas aquilo não a impede de continuar a segurá-lo com força, quando ela sente chegar ao limite, o seu corpo dispara aquela tenção, um grito escapa dos seus lábios enquanto ela goza agarrada a ele.
— Nerone!
Ouvir o seu nome dos lábios dela não tinha preço, Nerone observa atentamente o rosto de Amália enquanto se entregava ao prazer em seus braços, ela era sua, apenas a sua. Olhando para suas bochechas coradas ele pensava em como queria a ver entregue aquela forma em seus braços todas as noites, e saber que mesmo sem experiência ele conseguia a satisfazer o fazia respirar aliviado, não falharia com a sua futura esposa.
— Você fica linda quando goza. — diz ele com um sorriso no rosto.
Amália desvia o olhar enterrando o rosto nos travesseiros. Nerone observa a reação dela com um sorriso. Ele se deita ao lado dela a puxando para seu peito, sua mão acariciando as costas dela com carinho.
— Não precisa ficar com vergonha Amália, gosto de saber que você me desejava da mesma forma que eu a desejo, isso é algo natural. — diz ele com tranquilidade.
Nerone estava descobrindo um lado seu que não sabia que existia, um lado gentil e leve, um lado que sorria com frequência, algo que ele não pensava ser possível em sua vida, ao que parecia ele estava errado sobre isso. Durante muito tempo o que o movia tinha sido apenas o desejo de sangue e vingança, depois que a sua sede de vingança tinha sido saciada ficou apenas o desejo de sangue, mas quando estava com Amália aquele seu lado ficava sobre controle.
— Me desculpe. — Diz ela com a voz baixa.
Nerone olha para ela e encontra a sua mão passeando por seu peito nu, ele não tinha percebido que ela havia rasgado a sua camisa, havia algumas marcas vermelhas por sua pele, mas aquilo não o incomodava, só mostrava o quanto a sua noiva era selvagem.
— Eu não me importo, pode rasgar quantas camisas minha quiser. — responde ele dando de ombros.
— Agora vai me responder o por que nunca esteve com alguém? — pergunta ela depois de um momento de silêncio entre eles.
— Não quero estragar o que ouve entre nos com as minhas histórias deprimente. — diz ele com um suspiro cansado.
Amália se afasta se sentando na cama, na penumbra da noite ela podia ver o brilho nos olhos dele, lhe mostrando que não devia ser algo fácil dele falar.
— Só quero entender. — insiste ela uma ultima vez.
— Tudo bem, — diz suspirando. — Quando estava em posse de Pavini, eles... tentaram me tocar, fizeram algumas coisas comigo, e isso me fez sentir nojo quando as pessoas me tocam.
O coração de Amália estava disparado no peito, ela não podia acreditar que uma criança tinha passado por tudo aquilo, e ouvir aquilo da boca de Nerone tinha um peso maior ainda.
— Eles... eles te violaram? — pergunta ela em voz baixa.
— Não da forma que você esta pensando, mas aconteceu algumas coisas que não quero falar. — diz de forma seca. — As únicas pessoas que não ligo com o toque são minha família, e você. Mesmo quando você me batia, eu gostava do seu toque.
Nerone pega a mão de Amália e coloca sobre o seu peito, bem no local onde ela tinha rasgado a sua camisa.
— Gosto do seu toque Amália, ele me faz lembrar o quanto é bom ter quem se ama por perto. — diz com uma voz tranquila.
Amália suspira se deitando novamente no peito dele, a sua mão ainda em seu peito.
— Sempre pode ter o meu toque Nerone. — diz ela com uma voz sonhadora.