— Tem certeza que foi uma boa ideia a trazer aqui? — pergunta Alvaro ao filho durante uma pausa no seu treino.
Félix olha para o pai com um sorriso no rosto, ele podia ver aquela sombra de preocupação nos olhos do pai, aquela que o fazia saber que ele estava bem mais preocupado do que deixava transparecer, mas que ele conhecia bem.
— Ela mexe comigo pai, gosto dela. — diz enquanto tomava um pouco de água do seu squize.
Alvaro suspira, ele não queria ver o filho colocar fogo no mundo por causa de uma desilusão amorosa, e ele sabia que o filho era capaz daquilo e de mais quando estava chateado.
— Filho...
— Você a aceitaria pai? — pergunta ele interrompendo o que o seu pai diria.
— Ela não me parece ser uma má pessoa, talvez um pouco louca, — diz ele com um sorriso de canto enquanto olhava o filho com a sobrancelha arqueada. Félix ri da espressão do pai.
— Acho que está certo.
— Mas se for ela, filho. Se ela é aquela que você deseja passar a sua vida, sossegar da farra e construir uma família, então sim, por você eu a aceitaria. — diz ele com os olhos repletos de emoção.
Félix envolve o seu braço sobre os ombros do pai, grato por sua confiança.
— Obrigada por isso pai, jamais traria alguém que você não aceitasse.
Eles eram parceiros, tinham enfrentado a dor juntos e até hoje no aniversário da morte da mãe eles se consolavam um no outro, eram como unha e carne, nunca faziam algo que deixava o outro chateado. Félix amava ao pai profundamente, e o respeitava como o grande líder que ele era, e para ele a palavra do pai era ordem, e ele jamais o contrariaria, independente do que fosse.
— Apenas tome cuidado, você sabe que ela tem se interessado por Nerone. — diz Alvaro com a sobrancelha arqueada.
Félix bufa com um riso.
— O irmão nunca aceitaria isso, se naquela noite eu não o tivesse parado ela estaria morta agora, ele ama a noiva. — Félix tinha passado a admirar Nerone ainda mais naquela noite, ele podia ser mulherengo, mas sabia reconhecer um homem que honrava a sua mulher, assim como seu pai tinha sido um dia com sua mãe.
— Sim, ele tem fibra, e a cada dia eu admiro mais esse garoto. — diz ele com um sorriso no rosto.
— Já pensou no presente de casamento para ele? Tem que ser algo grande. — diz Félix com os olhos brilhando.
Alvaro suspira com a forma que os olhos do filho brilhavam, Félix não era nada modesto nos seus presentes.
— Temos que escolher com cuidado, seu irmão não é tão extravagante como você. — diz ele com a sobrancelha arqueada.
Félix passa a mão pelos cabelos com um sorriso no rosto.
— Infelizmente não conhecemos muito do irmão para poder dar algo com mais significado. — diz Félix passando a mão no rosto.
— Você está certo, e sinto que Ricardo não nos contaria.
Alvaro tinha visto a desconfiança nos olhos do homem, e não podia o culpar por aquilo faria o mesmo se estivesse em seu lugar. Alvaro admirava a forma que Ricardo cuidava dos seus, o que olhe dizia que ele era um homem de honra e confiável.
— Vou descobrir algo, você vai ver. — diz Félix se levantando com um sorriso no rosto.
Alvaro apenas observa o filho se afastar. O seu menino tinha se tornado um homem rápido de mais, e olhando a forma confiante do filho caminhar ele sorri, sabendo que onde quer que a sua falecida esposa estivesse ela devesse estar feliz por ver no que seu filho havia se transformado.
Félix caminha para seu quarto com um sorriso no rosto ao pensar em Tess, ele podia sentir o seu p*u já duro no short, e quando o aperta geme em antecipação, ele não podia esperar precisava estar dentro dela ou explodiria. Tess era como uma droga em seu organismo, quanto mais ele a tinha mais queria.
Durante alguns dias ele tinha pensado que estivesse louco, que Tess fosse apenas mais uma em sua cama, e que aquele frenesi passaria assim que a tivesse, ele estava encanado, e como. Uma noite com Tess não tinha sido o suficiente, e desde que ela tinha chegado havia passado mais tempo nua do que de roupas, e mesmo assim aquele desejo louco que o dominava não tinha diminuído, pelo contrário, tinha aumentado. Era como se o seu p*u agora só reconhecesse uma b****a, a de Tess, olhar para qualquer mulher o fazia se sentir enjoado, mas quando se tratava de Tess, apenas um pensamento era o suficiente para o por duro.
Ele abre a porta do quarto lentamente, os seus olhos procuram Tess, a encontrando deitada na cama enquanto lia uma revista. Os olhos de Félix se escurecem ao ver a saia curta que ela usava deixando a sua abunda parcialmente a mostra, ela usava apenas um top deixando a sua pele a mostra. O seu p*u da um tranco no seu short, o desejo o consumindo.
— Você voltou. — diz ela ao ver ele parado atrás de si.
Félix se aproxima a puxando sem nenhum cuidado para seu peito, seus olhos em brava ao observá-la.
— Precisa cuidar do que fez comigo amor. — diz ele pegando a mão dela e colocando sobre a sua ereção.
Os olhos de Tess se arregalam ao sentir a protuberância dele, ela podia sentir o seu ventre se contraindo em antecipação com o prazer que viria. Naqueles dias ela estava descobrindo o que era ter um homem de verdade em sua cama, Félix não lhe dava sossego, e ela estava gostando daquilo.
Sem cerimónia Félix a empurra para baixo a deixando de joelhos a sua frente, ele retira o seu p*u para fora alisando o seu cumprimento. Ver os olhos de Tess brilhar lhe enchia de prazer.
— É isso que quer querida? — pergunta ele alisando o seu p*u na frente dela.
— Sim Félix, por favor. — pede Tess sentindo a sua b****a escorrer de desejo.
Félix pega o seu p*u e bate no rosto dela sorrindo com a tentativa dela dê o por na boca.
— Sabe que tem que ser especifica comigo amor. — diz ele com um sorriso de canto.
— Eu quero o seu p*u Félix, quero ele bem fundo dentro de mim. — diz ela com os olhos preso em seu p*u.
Félix pega o seu p*u e o guia até a boca dela. Tess o toma gemendo enquanto se engasgava tentando o tomar tudo de uma vez.
— Calma minha pautinha insaciável, hoje vou dar tudo o que você quiser. — diz ele com um sorriso lascivo fodendo com força a boca dela.