Capítulo 76

1004 Words
O beijo de Nerone era lento, profundo, como se ele quisesse gravar cada reação de Amália dentro de si. Os dedos dele acariciavam a cintura dela com cuidado, enquanto os lábios se moviam contra os seus em uma mistura de desejo e carinho que fazia o coração dela disparar. Amália sentia o corpo inteiro quente. Ela nunca tinha sido beijada daquela forma antes, e muito menos imaginava que sentiria tudo aquilo por causa de Nerone. Não era apenas desejo. Havia algo mais ali, algo intenso e assustadoramente sincero. Nerone a beijava como se ela fosse preciosa, como se fosse algo que ele temesse perder, e temia. Amália era sua cara metade, aquela a quem ele tinha dado o coração desde o primeiro momento em que a viu. Quando o beijo terminou, ele encostou a testa na dela, respirando fundo. — Não se preocupe comigo, eu estou bem Amália, tudo ficou no passado, e a única coisa que me importa agora é você — murmura ele. — Não sente falta, diz ela passando a mão em seu tapa olho, — Do seu olho? Um sorriso pequeno surge nos lábios dele. Não importava o quanto ela negasse, Amália se importava com ele. — Acho que já me acostumei, e tenho outros sentidos que compensam a falta da visão. — diz com um sorriso de canto. — Até parece que estamos falando de coisas diferentes, — ela desvia o olhar, sentindo o rosto esquentar. Nerone segura delicadamente o queixo dela, obrigando-a a encará-lo. — E do que mais eu estaria falando? — Dos... seus outros sentidos, só isso. — diz ela corando violentamente. Nerone segura o riso, ele amava aquele lado fofo de Amália, uma contradição com a sua língua afiada. — Sim, você esta certa — diz ele com a voz mais rouca — Meu paladar por exemplo, é bem melhor que antes. Amália prende a respiração. Ela sente quando a língua de Nerone desliza por seu pescoço a fazendo se arrepiar por inteira. — Hummm, uma delícia. — diz ele com olhos escurecidos pelo desejo. Nerone queria mais, queria sentir o gosto de Amália quando ela gozasse, a forma que ela se entregaria em seus braços, e como o seu corpo se convulsionaria de prazer. Pensar em tudo aquilo só o deixava ainda mais duro, e ele sabia que ela podia sentir. — Não pode me tocar, Nerone. — sussurra. Nerone fica em silêncio por alguns segundos. Amália era inocente de mais para pensar que uma lei antiga manteria as suas mãos longe do corpo dela. — Não a nada que me impeça de tocá-la, Amália — responde por fim. — Até onde sei, o que não posso é tirar a sua honra, mas o resto, só vão saber se você contar. Amália solta um pequeno gritinho quando a mão dele sobe mais por sua perna, gostava da forma que ela reagia ao seu toque, e esperava que ela fosse ainda melhor quando se entregasse a ele. — O que estava dizendo, Tampinha? — pergunta ele enquanto a sua mão subia ainda mais chegando perto de sua i********e. Amália olhava para ele com olhos arregalados não acreditando no que ele estava fazendo. — Você não... — as palavras travam em sua boca quando a mão de Nerone toca a sua calcinha de renda. Ela estava molhada, ele podia sentir isso pelo tecido de renda que ela usava. Amália era uma mulher bonita, pernas bem torneadas e um bumbum arredondado que ele adoraria dar uns tapas. Nerone geme ao pensar naquilo, ele estava se tornando um pervertido ao que parecia. Em toda a sua vida jamais tinha agido daquela forma, mas parecia que Amália tinha o dom de o tirar do sério, de o forçar nos seus limites até que ele fizesse uma grande besteira. — Você esta molhada, Tampinha. — diz ele pressionando os seus dedos na i********e dela, deslizando lentamente por sobre a sua calcinha encharcada. Amália geme jogando a cabeça para trás. Era tão bom o que ele fazia que ela não desejava que ele parasse. — Apenas admita Amália, você adora o meu toque. — diz pressionando um pouco mais enquanto ela gemia agarrada aos seus braços. — Está louca para descobrir o que posso fazer. Ele não estava errado, Amália o desejava, mais do que pensou ser possível. Ela queria saber como era ter o corpo pressionado pelo dele enquanto ele a penetrava, queria saber como seria a sensação quando ele estivesse dentro dela a enchendo completamente e plenamente, ela queria sentir cada músculo do corpo dele com a mão e a boca, sim, ela o desejava, até de mais para seu próprio bem. Lentamente Nerone afasta a calcinha de Amália, ele sente quando ela tenciona nos seus braços, mas não o impede. Ele desliza os seus dedos por sua i********e molhada sentindo o seu p*u se contrair nas calças, o desejo o tomando ainda mais forte do que ele pensou que queria. Os seus dedos deslizavam pela b****a molhada de Amália a sentindo tremer em seus braços. Nerone podia não ter tido experiencias sexuais, mas isso não significava que ele não conhecia o corpo de uma mulher, ele havia estudado, aprendido cada pequena zona de prazer que havia no corpo de uma mulher, e sabia bem o lugar onde Amália mais desejava ser tocada. Mas ele gostava daquela brincadeira, e ver a forma que ela mordia os lábios presa nos seus braços não tinha preço. — Nerone... — diz ela ofegante entre um gemido, a suas mãos apertando com força os braços dele. — Você fica linda excitada, me faz querer devorá-la. — Nerone tinha a voz enrouquecida pelo desejo, os seus olhos tinham um brilho diferente enquanto ele a encarava com a pupila mais dilatada. Amália podia ver nos seus olhos que cada palavra que tinha deixado a sua boca era a mais pura verdade, ela não apenas via, mas havia sentido a força do desejo dele, e naquele momento não havia nada que o impediria, nem mesmo ela.
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