Hora extra 2

654 Words
A mão de Armina, antes hesitante, agora movia-se com destreza e uma urgência excitada. O ar de submissão havia desaparecido, substituído pela confiança e pelo desejjo. Leonor gem eu alto, um som que Armina nunca imaginou ouvir da patroa. — Isso… oh, Armina… é demais… — A voz de Leonor era entrecortada. Tomada pela intensidade daquele momento, Leonor acariciou o rosto de Armina, puxando-a para um beijo lento e apreensivo. Era um beijo de descoberta, onde a boca fria de Leonor procurava a segurança e o calor da boca de Armina. Armina aceitou o beijo, mas não diminuiu o ritmo lá embaixo. Pelo contrário, ela intensificou a fricção no c**t óris de Leonor, concentrando-se em levá-la ao limite. — Quero que a senhora sinta tudo. — murmurou Armina contra os lábios de Leonor. — Sinta o que a senhora estava procurando. O corpo de Leonor se arqueou, e um gemido prolongado e alto rasgou o silêncio da noite. Ela se mexia impaciente. Em poucos segundos, seu corpo se contraiu em um orgas mo violento que a fez ofegar e soltar um grito abafado no beijo de Armina. O líquido quente do prazer escorreu pelos dedos de Armina. Leonor desabou sobre as almofadas, respirando pesadamente. Armina parou de beijá-la e observou seus dedos úmidos, sorrindo com satisfação. — A senhora ficou molhadinha. Está bom, então. Leonor abriu os olhos, piscando atordoada, mas antes que pudesse responder, Armina a surpreendeu novamente. Arregalando as pernas de Leonor, Armina se inclinou. O cheiro de desejjo de Leonor era intenso. Armina hesitou por um segundo, e então desceu, a beijando pelo corpo, começou chupar sua bu ceta melada, sugando os lábios, metendo a língua no clitó ris. O choque fez Leonor soltar um novo gemi do, que se transformou rapidamente em um sussurro implorando por mais. — Armina… o que você… nossa que delícia … Armina não respondeu. Ela trabalhou com a língua e a boca, explorando a buce tá de Leonor de um jeito que nenhum homem jamais ousou. Leonor deitou-se de novo, as mãos segurando a própria cabeça, os quadris se movendo em busca do toque de Armina, gemendo incessantemente e pedindo: "Mais! Por favor, mais!" O prazer era tanto que as lágrimas vieram aos olhos de Leonor. Ela go zou novamente, um orgas mo mais longo e profundo, esguichando seu go zo na boca de Armina. Armina subiu e a beijou de novo, misturando o gosto de vodca, e o prazer delas. — Eu não tenho p au para enfiar, Dona Leonor. — disse Armina, com a voz grave e rouca. — Mas eu a farei g ozar lou camente sem ele. Leonor a encarou, com os olhos marejados de prazer e surpresa. Ela riu, um riso leve e desarmado que Armina não ouvia há meses. — Eu nunca tinha ficado com uma mulher. Mas... parece que vou ter que aderir a essa novidade e experimentar coisas novas. Você é inacreditável, Armina. Naquela noite, Armina e Leonor não voltaram a ser apenas patroa e empregada. O toque, a intim idade e a vulnerabilidade compartilhada na sala de estar criaram um laço inquebrável, um segredo mútuo que redefiniu completamente a dinâmica da casa. A partir daquele dia, Armina nunca mais sofreu humilhações ou grosserias. Leonor havia encontrado em Armina não apenas alívio para sua solidão, mas uma fonte de prazer e atenção que o ex-marido jamais lhe dera. Toda vez que Leonor se sentia estressada, ansiosa ou carente, a expressão autoritária em seu rosto cedia espaço a um olhar cúmplice. Ela simplesmente dizia, com um tom misterioso: — Armina, preciso de você para hora extra hoje. Armina entendia o recado. Ela sorria por dentro, sentindo o poder daquele segredo. O "serviço extra" não era na cozinha, mas sim na suíte principal, com as taças de coquetel, camisolas de seda e os ge midos que agora eram sinônimos da nova, e surpreendentemente excitante, relação entre as duas. Fim!!
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD