[+18] ASFALTO.
Pedro, Pesadelo.
Acordo com a luz do sol na minha cara. Logo sinto um peso no meu peito, olho pra baixo e vejo os cabelos da morena espalhados por todos os lados e sua cabeça no meu peito, enquanto sua mão descansa na minha barriga.
Levanto devagar pra não acordá-la, mas noto que o meu esforço foi em vão quando ouço a voz dela.
Helena - Fugindo de mim? - Olhei pra trás e sorri, vendo ela esconder o corpo atrás do lençol.
Pesadelo - Jamais, morena. - Caminhei até a janela e fechei as cortinas. - Ainda tá cedo, tenta dormir mais um pouco.
Voltei pra cama e deitei do seu lado, um de frente para o outro. Ela escondeu a boca com o lençol e eu fiquei curioso com o ato.
Pesadelo - Tô com bafo? - Levei minha mão até a sua cintura e puxei seu corpo pequeno na minha direção, fazendo nossas pernas ficarem enroscadas.
Helena - Tô com vergonha. - Ela confessou, escondendo o rosto na curvatura do meu pescoço. - Pensei que nem te encontraria na cama quando acordasse.
Desde o primeiro dia que eu comecei a conversar com ela, notei que ela parecia ser tímida e quieta. Quando nos encontramos ontem, eu achei ela muito linda.
E, p**a que pariu, até quando tá acordando a filha da p**a é linda.
Quando eu estava me aproximando pra beijar ela ontem, não tinha certeza se ela queria também, mas depois do que ela falou, eu tive absoluta certeza.
Era recíproco.
Quando ela disse "eu quero mesmo é saber se tu aguenta", subiu um fogo em mim que eu nunca senti antes. Eu costumo t*****r com mulheres de 18 anos pra cima, mas nenhuma delas me desafiou desse jeito. Por um momento eu pensei "será que ela não é quieta como demonstra ser?" E o meu maior erro foi ter duvido, ela realmente é quieta.
Ontem nos atrapalhamos um pouco na hora de t*****r. Não sabíamos como agir ou quando fazer alguma coisa.
Parecia que eu nunca tinha transado na vida, e ela muito menos.
Mas depois nos olhamos e respiramos fundo antes de continuar com mais calma e deu tudo certo. Helena é bem tímida, mas não negou fogo quando eu puxei ela pra cima de mim.
Pesadelo - Se tu não me encontrasse na cama, não seria por m*l. Eu costumo acordar cedo todos os dias, mas hoje eu preferi ficar deitado mais um pouco. - Levei minha mão até o seu rosto e coloquei uma mecha de cabelo atrás da sua orelha. - Dormiu bem?
Eu não costumo ser romântico também. Normalmente saio pra conhecer a pessoa pessoalmente e avaliar. Se eu gostar, trago pra cá, fodo e deixo a pessoa em casa. Mas eu gostei dela. Ela não fez cobranças, não quis saber tudo sobre a minha vida, aceitou minhas respostas curtas.
Ela não é metida e interesseira igual as outras.
Quando chegamos aqui, ela não ficou olhando todo o luxo em volta, apenas se preocupou em devolver o meu moletom.
Helena - Dormi, e você?
Pesadelo - Feito pedra. - Aproximei mais nossos rostos. - Posso te beijar? - Sussurrei.
Ela olhou pra minha boca e aceitou com a cabeça. Puxei ela pela nuca com delicadeza e colei nossos lábios em um beijo gostoso e calmo.
O que tá acontecendo comigo? Desde quando eu beijo desse jeito?
Senti uma das suas mãos passeando pelo meu abdômen e sorri entre o beijo, mordendo seu lábio inferior. Me pus por cima dela, ficando entre suas pernas e apertando sua b***a gostosa.
Levei minha boca até o seu pescoço e fui descendo beijos, lambidas e mordidas até seus s***s que são ótimos pra fazer uma espanhola. Chupei os dois s***s devagar, escutando seus gemidos baixos que me enlouquecem.
Logo desci mais, querendo chegar na sua b****a, mas ela me puxou de volta.
Pesadelo - Qual foi? - Subi e voltei com a boca para um dos seus s***s.
Só pelo jeito que ela me olhou, eu já tinha entendido. Ela tá com vergonha, acha que sua b****a vai estar com m*l cheiro ou com gosto r**m.
Pesadelo - Espera aí, eu já volto.
Me levantei, não me importando de estar só de cueca e fui até o banheiro. Enchi a banheira com água morna e deixei duas toalhas separadas em cima do vaso sanitário. No momento que a banheira terminou de encher, desliguei e voltei pro quarto.
Pesadelo - Bora tomar um banho comigo. - Não perguntei, afirmei.
Ela sorriu tímida e eu puxei o lençol. Peguei ela no colo com facilidade e caminhei até o banheiro, deixando ela com cuidado dentro da banheira. Peguei minha escova de dentes e outra nova, coloquei pasta e entreguei a nova pra ela, que aceitou de bom grado e agradeceu. Escovamos os dentes rapidamente e logo eu entrei na banheira.
Fiquei com as costas apoiada na borda e ela sentou no meio das minhas pernas, de costas pra mim. Circulei sua cintura com os meus braços e levei minha mão até a sua b****a, massageando o seu c******s. Helena apoiou a cabeça no meu ombro e, um pouco tímida, levou as mãos aos s***s, massageando devagar e soltando alguns gemidos.
Porra! Que visão dos céus.
Levei dois dedos para a sua entrada e penetrei sem aviso, fazendo ela levar uma das mãos para a minha perna e cravar as unhas no local.
Helena - Pedro... - Gemeu meu nome e eu saí de órbita por alguns segundos.
Pesadelo - Goza pra mim, morena. - Beijei seu pescoço enquanto intensificava os movimentos dos meus dedos dentro dela.
Não demorou muito para suas mãos caírem na água e seu corpo ficar mais pesado em cima do meu. Tirei meus dedos de dentro dela e esperei ela se acalmar, enquanto espalhava beijos pelo seu pescoço e ombros.
Helena - É normal ficar com dor de cabeça depois de gozar? - Me olhou de canto.
Pesadelo - Sim, por causa do esforço. - Ela virou de frente, envolvendo as pernas na minha cintura e os braços no meu pescoço. - Quer que eu te coma? - Mordi seu queixo e ela aceitou, manhosa.
Enrolei os braços em volta da sua cintura e ergui ela o suficiente pra encaixar meu p*u na sua entrada e empurrar para dentro.
Ontem nós também não usamos c*******a, nós dois estamos limpos e ela toma remédio.
Ela foi descendo devagar, engolindo meu p*u centímetro por centímetro e eu joguei a cabeça pra trás, aproveitando a sensação avassaladora.
Helena - O que eu faço agora? - Olhei pra ela.
Pesadelo - Ainda tá com dor de cabeça? - Ela concordou. - Então deixa que eu faço. Mas tens que fazer algo em troca.