O HÍBRIDO ORIGINAL
A HISTÓRIA É INVENÇÃO MINHA. TODAS AS LENDAS, TRANSFORMAÇÕES DOS VAMPIROS, LOBISOMENS, FADAS, BRUXAS, AS MAGIAS, OS FEITIÇOS, OS CONTOS, o CLIMA, A ATMOSFERA, TUDO FOI INVENTADO POR MIM.
NÃO CORRESPONDE À REALIDADE, POR ISSO É UM LIVRO DE FANTASIA.
CONTÉM CONTEÚDO ADULTO
+18 ?
CAPÍTULO 1
Isto Não é Real
— CAROLINE, CAROLINE!
Ela ouve a voz dele, mas está tão escuro, e o medo não deixa que a sua voz saia da boca, ela está petrificada, ouve barulhos estranhos e sombrios.
Olha para cima e vê duas luas vermelhas, vermelhas da cor do sangue, os seus olhos abrem tanto que ela tem receio que eles saltem fora.
Ela volta a baixar os olhos e agarra os joelhos, está sentada no meio de uma floresta, fria, escura, e aquele céu tão escuro e as luas vermelhas deixam-na em pânico.
Nunca viu tal coisa em toda a sua vida.
— Isto não é real, não é real, acorda Caroline, por favor acorda.
Ela diz baixinho, como se fosse uma mantra.
Ela abana-se para a frente e para trás, mas de repente, ouve passos muito próximos dela.
Instantaneamente, pára de se abanar e fica à espera, ela tenta nem respirar.
Sente alguém a aproximar-se, levanta os olhos mas não vê nada nem ninguém.
Sente uma respiração quente e ofegante na parte de trás do seu pescoço, ela prende a respiração de tão assustada que está, fecha os olhos e sente uma mão afastar-lhe o seu longo cabelo loiro.
O perfume de quem está atrás dela, entra pelo seu nariz e ela gosta do cheiro amadeirado com um toque de canela, que exala de quem está atrás de si.
— CAROLINE!!
Ele grita, ela abre os olhos e vê Cassius à sua frente, mas a respiração de alguém bem cheiroso, continua atrás dela.
Caroline dá um salto da cama e fica sentada, a luz do luar entra no quarto dela, as janelas abertas para trás faz com que as cortinas abanem fortemente.
Ela está suada, assustada, tenta respirar, no pesadelo esteve tanto tempo a prender a respiração que parece que continua presa.
Caroline tenta respirar, mas não consegue, levanta-se rapidamente e sai para a enorme varanda do seu quarto.
Apoia as mãos na pedra robusta da varanda e tenta respirar calmamente.
Sente o cheiro amadeirado e canela do perfume do pesadelo e olha para trás rapidamente com medo, mas está sozinha.
— Devo estar a ficar maluca.
Olha para o céu n***o da noite, que está a ficar cheio de nuvens carregadas, ao longe vê um raio cortar o céu.
Sente um arrepio, volta para dentro e fecha as janelas atrás de si.
Carrega no botão e os estores fecham.
Acende a luz do candeeiro da mesa de cabeceira e ouve um trovão lá fora, era só o que lhe faltava, começar a trovejar.
Desde pequena que tinha esses pesadelos, mas no último ano intensificou-se, cada vez os sente mais reais, como se realmente aquelas situações se tivessem a passar mesmo de verdade.
— São só pesadelos, não são reais.
Ela diz para si mesma em voz alta, para se recordar que são mesmo só pesadelos.
Será que são só e mesmo apenas pesadelos?