Rafael chegou ao escritório na manhã seguinte, exausto, com uma leve dor de cabeça causada pela noite anterior. Ele entrou direto em sua sala, ignorando os olhares curiosos dos funcionários. Mariana, que sempre estava por perto, aproveitou a oportunidade para se aproximar. — Rafael, bom dia — disse ela, com um sorriso suave, segurando uma pasta. — Preciso falar com você. Ele suspirou, passando a mão pelo rosto. — Agora não, Mariana. Não estou com cabeça. Ela fechou a porta e insistiu, aproximando-se com cuidado. — É importante. Tem a ver com Helena. Ao ouvir o nome de Helena, Rafael ergueu os olhos, intrigado. — O que é agora? Mariana sentou-se na cadeira à frente dele, com uma expressão séria. — Eu não queria me meter, mas acho que você precisa saber o que está acontecendo. — Se

