Eva A navegação foi tranquila. Raphael e eu ficamos toda a viagem lado a lado na parde da frente daquele barco apenas em silêncio. Eu não sei o que se passava dentro dele, mas dentro de mim eu estava sentindo que estava uma bagunça. Eu estava um caos. Eu não sabia o que pensar sobre as atitudes atuais do Raphael e muito menos o que pensar sobre a confusão de sentimentos que eu estava sentindo. O mar estava tranquilo e a brisa noturna que chicotiava meu rosto ajudou um pouco a clarear meus pensamentos. A viagem não demorou muito e depois de alguns minutos o barco estava encostando num pequeno ancoradouro. Raphael me ajuda a descer do barco e logo começamos a caminhar numa pequena ponte de madeira ladeada por grossas cordas que se amarravam em cada haste daquela pequena ponte. Quando chegam

