A PROVA QUE MATA

1305 Words

O ar da sala parecia pesado o suficiente para sufocar. Gabriella já estava de pé, mas sentia as pernas fracas. Magno permanecia imóvel, embora por dentro estivesse reorganizando cada memória, cada detalhe, tentando entender de onde aquilo estava vindo. Bernardo ainda segurava a pasta. Mas havia algo novo no olhar dele. Não era mais apenas convicção. Era dor. E isso tornava tudo pior. — Eu ainda não terminei — ele disse. Alguns na sala trocaram olhares tensos. Magno estreitou os olhos. — Então termine. A voz dele estava controlada, mas havia um fio perigoso ali. Bernardo respirou fundo e abriu outro arquivo no telão. — Durante a investigação, conseguimos recuperar mensagens antigas vinculadas a um número descartável. Magno franziu o cenho. — Número descartável? — Sim. E esse

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD