Magno agora estava de pé entre as cox4s de Bruna, a camisa social aberta revelando o peito largo e musculoso, o abdômen definido brilhando com uma fina camada de suor. Seus cabelos negros, normalmente impecáveis, estavam levemente desarrumados, como se alguém tivesse puxado com força. E o que ele fazia com Bruna… não era sex0. Era posse.
Uma das mãos dele estava enfiada nos cabelos ruivos da mulher, puxando com força suficiente para arquear seu pescoço, enquanto a outra descia em um tapa seco na bund4 já vermelha de marcas. O som ecoou pelos alto-falantes do computador, um estalo úmid0 que fez Gabriella estremecer na cadeira. Bruna gritou—não de dor, mas de praz3r puro, os dedos cravando-se na mesa enquanto a boca se abria em um gemid0 rouco:
— Mais, seu filho da put4… me fod3 como se fosse a última vez! Não para vai.
Magno não respondeu com palavras. Em vez disso, ele segurou o pescoço dela com força, os dedos grandes quase circundando toda a garganta, enquanto o qu4dril se movia em estocad4s brut4is. Cada investida fazia a mesa ranger, os papéis espalhados pelo chão como testemunhas silenciosas daquilo. Gabriella podia ver tudo: a maneira como o p4u dele—gross0, veios0, brilhando de flu1dos—desaparecia dentro da outra mulher, os testícul0s pesados balançando a cada movimento; a maneira como Bruna mord1a o próprio lábio até sangrar, os olhos arregalados e vidrados; a maneira como Magno a olhava, não com afeto, mas com fome, como se ela fosse uma presa que ele finalmente tinha entre as garras.
— É assim que você gosta, não é, sua put4? — Sua voz era um rosnado baixo, quase inaudível, mas as palavras ecoaram claras pelos alto-falantes. Outro tap4. Desta vez, na cox4, deixando uma marca vermelha instantânea. — De ser tratada como a vagabund4 que é.
Bruna riu, um som quase descontrolado.
— Sim… sim, porr4… me trata como sua cadel4…
Gabriella não deveria estar assistindo aquilo. Mas não conseguia parar.
Os olhos dela estavam grudados na tela enquanto Magno puxava Bruna pelo cabelo, forçando-a a se ajoelhar no chão, no tapete. A câmera capturou o momento em que ele cuspiu na própria mão antes de lubrific4r o c* apertado da ruiva, os dedos afundando lá com uma crueldad3 deliberada. Bruna choramingou, mas não resistiu—pelo contrário, empurrou o quadr1l para trás, implorando por mais.
— Por favor… me com3, Magno… me arromb4 com esse p4u…
Ele não precisou ser convidado duas vezes.
O gemid0 que saiu da garganta de Gabriella foi abafado pela própria mão quando ela viu o p4u dele—inch4do, latej4ndo—ser pressionado contra o c* já relaxado de Bruna. Não houve gentileza. Não houve preparação além daqueles dedos brut4is. Magno simplesmente empurrou, os músculos das cox0s se contraindo enquanto ele afundava centímetro por centímetro dentro dela, a expressão no rosto uma máscara de praz3r sádic0.
— Aaaah, porr4! — Bruna gritou, as unhas arranhando o tapete enquanto o corpo tremia com a invasão. — É grande… é grande demais, seu filho da put4!
— Cala a boca e aguenta. — Sua voz era um comando, sem espaço para discussão. As mãos dele desceram até os quadr1s dela, os dedos afundando na carne enquanto ele começava a mover-se, devagar no início, cada estoc4da fazendo Bruna soltar um som entre um gemid0 e um choro. — Você pediu por isso. Agora vai levar até o fim.
Gabriella não aguentava mais.
Estava encharc4da, o líquid0 escorrendo pelos dedos enquanto ela esfreg4va em círculos apertados, os olhos arregalados na tela. Cada gemid0 de Bruna, cada tap4 de Magno, cada palavra suj4 que saía da boca deles era como gasolina no fogo que queimava entre suas pernas.
Na tela, Magno acelerou o ritmo, os quadris batendo contra a b***a de Bruna com um som molhad0, obscen0. A ruiva estava quase chorando, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ela repetia, como uma oração:
— Mais… mais… por favor, não para…
E então, sem aviso, Magno puxou para fora.
Bruna gem3u em protesto, mas ele a virou com um movimento brusco, jogando-a de costas no tapete. Antes que ela pudesse reagir, ele estava sobre ela, o p4u brilhando de saliva e suor enquanto ele o guiava até a boca aberta da mulher.
— Chup4. Até eu goz4r.
Não foi um pedido.
Bruna obedeceu, os lábios se fechando ao redor da cabeça larga, a língua trabalhando enquanto Magno segurava sua cabeça, controlando o ritmo. Gabriella podia ouvir o som úmid0 dos lábios dela, o engasg0 quando ele empurrava fundo demais, a maneira como a garganta dela se contraía ao redor do p4u.
— Isso… assim… — Sua voz era um rosnado. — Engole tudo, sua vadi4.
Foi demais.
Gabriella não conseguiu segurar. Os dedos dela trabalhavam freneticamente, o corpo arqueando na cadeira enquanto o orgasm0 a atingia como uma onda, forte e inesperada. Um gemid0 abafado escapou de seus lábios, os músculos internos se contraindo enquanto o praz3r a inundava, quent3 e suj0, enquanto na tela, Magno finalmente goz4va, jatos espessos de sêm3n pintando o rosto de Bruna em listras brancas, marcando-a.
Ela ficou ali, ofegante, o corpo tremendo, os dedos ainda molh4dos entre as cox4s. Na tela, Bruna lambia os lábios, sorrindo como uma gata satisfeita, enquanto Magno se levantava, o p4u ainda semi-eret0, brilhando.
— Amanhã, mesma hora. — Sua voz era uma ordem. — E dessa vez, você vai trazer uma amiga.
Bruna riu, baixinho.
— Claro, chefe.
Gabriella continuou ali, imóvel, o gosto do próprio suor nos lábios, a sensação do praz3r ainda puls4ndo entre as pernas.
E, ela se perguntou…
Será que ele sabe que eu estava assistindo?