CAPÍTULO 7

2159 Words
A festa foi maravilhosa. Todos dos convidados curtiram muito e os donos da festa agradeceu muito no final da mesma. Eu não podia ter escolhido profissão melhor. Eu cheguei em casada cansada. Estava morta de cansada, ainda levei Pietro na sua casa, depois que o mesmo trouxe meu carro. Então cheguei em casa as três da manhã. Tomei um banho e depois me deitei pensando em Henry. Ele me ligou a noite toda, mas eu não iria atender. Vamos ter uma conversa séria. Não dá mais para fechar os olhos diante do que estamos vivendo. Agora não é mais só a sua insegurança. De uns meses pra cá ele vem desconfiando do que eu faço, do que eu falo. Eu não quero isso para mim. Por mais que eu o ame, eu não quero isso para mim. Acordei tarde. Peguei meu celular e passava das onze da manhã. Tinha também várias ligações de Henry mais cedo. Suspirei. Queria passar o dia agradável hoje com ele, mas ele consegue acabar com meu humor. Me levanto e vou para o banheiro. Tomo meu banho e depois vou para sala. Mamãe e Sol estão ali fazendo seus tricôs de sempre. - Bom dia, minhas lindas! Digo dando um beijo em cada uma delas. - Bom dia, amor! Vejo que estava muito cansada. Dormiu até demais. - Sim, estava mãe. Cheguei tarde. - E como foi a festa? Sol indagou. - Perfeita como sempre. Tudo saiu como os cliente queriam. Digo toda feliz. - Que ótimo. Fui para a mesa e peguei somente um copo de suco. Você não vai comer nada amor? Mamãe indaga. - Não mãe. Eu vou esperar o almoço. - Vai demorar um pouco. Maria está fazendo costela de carneiro assada. - Sem problema mãe. Não estou com tanta fome. Vou até correr um pouco até o lago. - Vai lá. Há Henry ligou algumas vezes perguntando por você. - Tudo bem. Se ligar de novo diga que eu não estou. Falo indo para o quarto. Troquei minhas roupas para uma de ginástica e calcei meus tênis. Voltei para sala e dei tchau para Sol e mamãe. Comecei a correr até o lago que tinha dentro do condomínio onde morava. O lago era um lugar muito bonito. E as vezes eu vinha aqui para pensar. E também tinha o sonho de fazer meu casamento aqui. Seria lindo. Mas do jeito que as coisas andam com Henry, não estou vendo muito futuro, se ele não mudar. Eu não entendo da onde ele tirou que eu fui almoçar com alguém. Queria entender o motivo dele está tão inseguro e desconfiado de mim. Eu tenho dois anos com ele. Sempre fomos seguros um com outro. Nem ele e nem eu tínhamos desconfiança de nada. Nos contentávamos com a palavra um do outro. Porém, isso nele mudou. E eu não sei porque, mas eu preciso saber o que está havendo na mente dele e no coração do mesmo. Suspiro. Fiquei uma hora aqui, sentada, organizando meus pensamentos. Eu só quero me acertar com ele e tentar entender o que houve para o mesmo desconfiar de mim. Me levanto. Corro de novo até em casa. O almoço já deve está pronto e eu agora sim, estou com fome. Assim que abro a porta escuto risadas. Entro e vejo Alicia e Henry sorrindo um para o outro como se fossem velhos amigos. Eu não sei se gosto disso. Estou p**a por ele duvidar de mim e agora ele está aqui rindo como se nada tivesse acontecido. - Interrompo? Indago olhando para ambos. - Acordou azeda prima? Alicia indaga e eu olho querendo dar uma resposta, mas agora não. Vou primeiro colocar meu namorado em seu lugar. - Alicia, depois conversamos sobre o meu humor azedo. Agora me dê licença. - Vamos já almoçar. E até chamei ele para almoçar com a gente. Ela fala toda empolgada. - Acho que vou deixar vocês almoçarem então. - Antonella, não. Eu vim pra falar com você e não para almoçar. - Vamos ao meu quarto. Digo indo para o corredor que dar para o mesmo. Abro a porta e entro dando passagem para Henry. - Primeiro quero que você me entenda por ontem. Sorrio de nervosa. - Te entender? Henry eu venho fazendo isso a dois anos. Venho te dando apoio, te mostrando que você pode confiar em mim. Mas nada disso é suficiente para você. Eu quero entender o que eu fiz para você duvidar de mim? O que está havendo com você? - Você não fez nada. Porém, como disse antes, eu sou inseguro demais. Balanço a cabeça em negação. - Não é só isso. Você de uns tempo pra cá vem duvidando de mim, do meu amor por você. Então te pergunto de novo. O que eu te fiz? - Nada. Me perdoa. Ele tenta se aproximar de mim, mas eu desvio dele. - Você ontem de manhã estava comparando o nosso amor, me comparando a Ivy. E eu não sou igual a ela. Ele me olha em choque. - Como você sabe de Ivy? Foi Desiree que te contou? Pediu ainda sem entender. - Eu não sei nada de Ivy, mas eu também não sou burra. Quando você me contou sobre ter sido noivo de Ivy, e hoje vendo a mesma casada com seu pai, eu subentendo que ela deve ter feito algo para você. E eu te digo de novo. Eu não sou Ivy. Não sou igual a ela. Não tenho nada haver com ela, portanto ou você acaba de vez com essa insegurança quanto a nós dois ou acabamos aqui. Ele me olha em choque. Eu tenho lutado e te provando que te amo. Mesmo você sendo esse cara inseguro. Eu não sirvo mais para isso, Henry. Temos dois anos juntos e eu tenho segurado sua mão como se fosse uma criança com medo de um bicho, mas mesmo assim, essa criança insiste em nos afastar por algo que somente ela ver. Então eu quero saber de você. Vamos continuar dando voltas e voltas sem saber o que está havendo com você? O porque você insiste em contestar a minha palavra quando digo que não fiz algo que você acha que fiz? - Eu recebi uma mensagem ontem dizendo que você foi almoçar no restaurante com um amigo. Sorrio nervosa. Passando as mãos na cabeça. - E você acreditou nisso? Mesmo eu dizendo para você que estava com muito trabalho e que iria focar no evento de ontem? - Desculpa, eu já disse. Eu fiquei inseguro. Não pensei direito. - Vai a merda com essa sua insegurança. Se quiser compartilhar seus medos, suas frustrações comigo, eu estou aqui, mas se continuar duvidando do que eu falo. Prefiro que cada um vai viver a sua vida. - E quanto ao que você me disse ontem cedo, dizendo que me ama demais para viver sem mim? Ele indaga me olhando perdido. - Vai me doer demais, porém não quero isso para mim Henry. Meu amor é sincero por você. Eu sou sincera em cada palavra, mas não dá para viver com alguém que desconfia de você em tudo. Digo olhando para ele. - Me perdoa. Por favor, me perdoa. Eu só preciso de você. Só de você. Ele tenta me abraçar, mas novamente eu me desvio dele. - Não Henry. Você precisa se libertar. Ser um homem mais seguro, mais seguro de si, seguro dos meus sentimentos por você. Seguro do nosso amor, porque vendo você assim com essa dúvida toda, nem isso está vivido em você. - Não fale isso. Meu amor por você é tudo que eu tenho, e quero. - Pois então pare de se apegar a isso. Vou dizer para você, igual eu disse para minha mãe. Você não precisa de mim para ser feliz, você não precisa de mim para ser um homem mais seguro. Não deposite sua felicidade em mim. Eu estou aqui para acrescentar uma felicidade maior em sua vida, mas não sou seu bote salva vidas. Portanto chega disso. Se abra comigo. E outra, pare de achar que eu te escondo as coisas, porque você é o único homem na minha vida que tem acesso a minha agenda profissional. Você é o único que permitir que entrasse dessa forma na minha vida, tudo porque eu queria te ver mais seguro quanto a nós dois, porém acho que fiz errado, então essa palhaçada acaba agora. - O que você quer dizer? Ele pede sem entender. - Que você terá que acreditar em mim, que confia em mim e mais importante, confiar em você como homem. Porque é isso que te falta. Uma confiança em si mesmo. - Fácil falar quando não foi você que pegou sua noiva na cama com seu pai. Olho para ele em choque. Ele deixa lágrimas caírem. Eu fui humilhado por ela. Não só por ter pego ela na cama com ele, mas sim porque ela me disse que eu não era homem de verdade para ela. Não era o suficiente para ela, que meu pai sim era homem de verdade. E aí eu fiquei chocado com as palavras dela. Eu passei meses remoendo isso até te encontrar. Eu passei meses ouvindo dela que eu não era digno do amor dela, porque ela nunca me viu como um homem de verdade. Ele fala se sentando na cama. - E você simplesmente deixou se abater? Indago indignada. - O que você faria? - Daria na cara de Ivy. Daria a volta por cima e mostrava para ela o homem que ela perdeu. Vou até ele e pego em sua mão. Você não deveria ter se tornado esse homem. Você deveria ter mostrado diferente, mais maduro e prosseguido a sua vida. Digo e ele se levanta. - Mas eu seguir a minha vida. - Não, Você não seguiu. Você está estagnado no passado. Está vivendo o que Ivy fez para você. Eu namoro um cara a dois anos que desconheço. - Não é verdade. Ele fala e eu n**o novamente. - É verdade. Ivy te conhece. Esse cara a minha frente foi o homem que ela destruiu. Ela te deixou o trapo. Te deixou amargo, desconfiado de todos. Infeliz com a vida. Eu não quero esse cara para mim. Eu quero o Henry antes de Ivy. Antes dela ter deixado esse cara na minha frente amargo. Digo olhando para ele. - Não termina comigo. Ele suplica. - Então pare de desconfiar de mim. Eu não quero isso na nossas vidas Henry. Eu te amo muito e quero ter uma vida com você, mas se continuar assim, não terá jeito. Digo passando a mão no seu rosto. Ele suspira e avança em meus lábios. Ela começa a me beijar. Eu não poderia ceder, porém eu não consigo. Ele está me beijando com tanta vontade, com tanta sofridão que eu só quero que ele sinta que eu amo muito, e que vamos dar a volta por cima, ele vai voltar a acreditar nele mesmo. Eu farei o possível e o impossível para ele voltar ao que era. Começamos a nos beijarmos, enquanto minha mão apertava seu m****o já duro feito rocha. Enfiava minha língua em sua boca e ele parecia que iria me engolir. Sem descolar minha boca daquela boca gostosa, abri sua calça e puxei seu p*u pra fora. Que loucura foi sentir aquele p*u duro e quente nas mãos, e ainda mais dentro do meu quarto. Isso era muita loucura. Olhei e vi seu p*u lindo, grande e cabeçudo, cheio de veias. Me vi ali fora de controle. Fiquei de joelhos e abocanhei seu m****o. Que delícia foi sentir seu m****o cabeçudo invadindo minha boca. Chupei alucinadamente. De repente o safado enfiou ainda mais até minha garganta e mandou que eu não tirasse. Percebi que iria gozar e tentei levantar mas ele pressionou minha cabeça, me impedindo. Senti o primeiro jato de p***a invadindo minha boca, depois o segundo e mais um...é demais a sensação de sentir um p*u tremendo na boca enquanto ele goza. Me recompus. Ele me puxou de volta para ele e me beijou mais calmo, mais apaixonado. Eu estava me sentindo a mulher mais sem vergonha do mundo. Como eu podia está fazendo isso dentro do meu quarto, com minha mãe na sala de jantar, esperando para almoçar. Tinha acabado de chupar o p*u do meu namorado. Minha boca toda lambuzada de p***a, um chupão no ombro, estava toda desarrumada. Estava orgulhosa de mim mesma. Henry estava maluco de t***o, dizendo que me amava ainda mais, que me quer para a vida toda. Caí em cima dele beijando sua boca. Me beijava alucinadamente. Estava fora de si também. Acabamos na cama fazendo amor. Ele estava mais relaxado depois disso. O clima entre nós era mais tranquilo. Porém eu não queria que ele continuasse inseguro. Espero de coração que ele confie mais nele mesmo para que possa confiar em mim.
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