Parte 1
POV Camila
"Dinah, dá pra você parar com isso?!"
Eu e minha mulher estávamos na cozinha da casa dos meus pais, pegando a sobremesa para levar pra mesa. Todo domingo, minha mãe nos chamava para almoçar lá e nunca aceitava um não por resposta; não que eu reclamasse porque eu amava a comida dela. O problema era que Dinah tinha uma... obsessão com a minha b***a e vivia me alisando ou me apertando. Não importava se estávamos no mercado, andando pela rua, ou até mesmo na casa dos meus pais ou dos dela.
Ela aproveitava qualquer oportunidade em que estivessemos sozinhas para ficar apertando a minha b***a ou passando a mão nela. Não é que eu não gostasse que ela me tocasse mas eu odiava quando ela fazia isso em público. Uma das vezes que ela fez isso, meu pai viu e eu quase morri de vergonha. Claro que ele fingiu que não viu e não disse nada mas ele ficou constrangido e eu também. Eu lembro como eu odiava quando sem querer via ele alisando a minha mãe, quando eu ainda morava com eles e imagino que ele deve ter sentido a mesma coisa.
Mas por mais que eu pedisse a ela que não fizesse isso fora de casa, ela parecia não conseguir se controlar. Assim que ela via que não tinha ninguém por perto, ou que ninguém estava olhando, ela começava a me alisar. Quando nós andávamos pela rua, ela tinha o costume de colocar a mão na minha cintura mas assim que podia, baixava ela pra minha b***a. Eu já não sabia mais como fazer ela entender que aquilo não era um comportamento adequado.
"Não é culpa minha! Quem manda você ter uma b***a tão perfeita?"
Aquela era sempre a mesma resposta que ela me dava. Ela dizia coisas como: "Sou apaixonada pela sua bunda." e "Sua b***a merecia um altar." e eu apenas revirava os olhos. Claro que no fundo, aquilo aumentava o meu ego, mas não por isso eu achava aquilo certo.
"Se meu pai ou minha mãe pegam você passando a mão em mim de novo, eu te juro que te deixo um mês sem sexo."
Ela deu uma risada debochada, enquanto pegava os pratos no armário e eu olhei pra ela com uma sobrancelha levantada. Ela percebeu meu olhar e chegou perto de mim por detrás, encostando a boca no meu ouvido e sussurrando:
"Como se você fosse capaz de aguentar um mês."
Embora aquilo tenha me feito arrepiar toda, também me deixou indignada. Ela era muito pretensiosa ao pensar que eu não era capaz de aguentar um mês sem t*****r com ela. Eu podia muito bem ficar um mês sem sexo e eu ia provar isso pra ela.
"É claro que eu sou. E você, é?" Eu perguntei, me virando para olhá-la.
"A pergunta é: por quê eu iria querer ficar um mês sem sexo?"
Eu cruzei os braços, levantando a sobrancelha novamente com um sorriso debochado nos lábios. "Isso me parece um não. Parece que quem não é capaz de aguentar aqui, é você."
Ela estreitou os olhos e entortou um pouco a cabeça. "Se a sua intenção é fazer disso uma competição para ver quem aguenta mais, eu estou fora."
"Claro, porque você não aguenta nem um dia sem me tocar, principalmente a minha b***a. Quem dirá sem transar."
"Sei que você só está fazendo isso pra me provocar mas quer saber? Vamos ver quem tem mais controle."
Eu dei uma risada alta, pegando os talheres e o prato da sobremesa. "Vindo da mulher que não aguenta controlar nem a própria mão, eu não tenho medo de aceitar o desafio." Pisquei pra ela, e saí da cozinha.
Aquela foi a pior decisão que eu tomei em toda a minha vida!
Já tinham se passado duas semanas desde aquele dia e eu estava com um p**a t***o que por muito que eu me tocasse, não passava. Dinah, ao contrário do que eu pensava, estava um exemplo de auto-controle. Ela nem tocava a minha b***a, embora isso não estivesse "proibido". A única coisa que não podiamos fazer era sexo mas podiamos nos beijar e nos tocar, mas ela dizia que se me tocasse não conseguiria se segurar e que por isso, era melhor nem tocar.
E ainda faltava meio mês!
Eu parecia uma pervertida, olhando pro meio das pernas dela o tempo todo e mordendo o lábio, apertando as coxas. E a i****a ainda ria da minha cara e fazia gracinhas sobre a minha falta de controle. Eu estava louca pra fazer ela engolir aquelas risadinhas dela e tentava provocar ela o máximo possivel. Eu usava fio dental com saias curtas e fazia questão de pegar os pratos no armário na hora de colocar a mesa, para mostrar a b***a pra ela. Eu via ela olhando e a cara dela parecia até de dor, de tanto que ela se controlava para não me tocar e isso me fazia sorrir comigo mesma.
Eu passei a usar isso até para sair, o que ela não gostou nada já que vários homens me olhavam pela rua. Ela ficava possessa de ciúmes e de raiva e eu só segurava o riso.
Eu provocava ela de todas as maneiras possiveis. Andava quase pelada pela casa, apenas de calcinha. Sentava no colo dela e enchia o rosto e o pescoço dela de beijos. Fazia questão de mostrar bastante a b***a pra ela, já que eu sabia que aquele era seu ponto fraco. Isso sempre acabava com ela saindo de perto de mim e dizendo que eu estava jogando sujo.
Eu achava graça, até que ela decidiu se vingar.
A desgraçada ficava se encostando em mim por detrás, encostando o p*u dela (que a maioria das vezes estava duro) na minha b***a. Eu mordia o lábio quase com força suficiente para tirar sangue e esfregava a b***a no p*u dela mas ela logo se afastava, cortando o meu barato. Ai ela dava aquele sorrisinho cínico e saia de perto. Ela também começou a andar pela casa só de cueca e regata e aquilo acendia o meu fogo.
Eu já estava louca pra aquele maldito mês acabar logo, ou para que Dinah se rendesse. Porque eu, com certeza, não me renderia. Por muito t***o que eu sentisse. O jeito era fazer ela cair primeiro. E o jeito mais fácil de que isso acontecesse, era fazer ela sentir ciúmes. Sempre que Dinah ficava com ciúmes ela me fodia como se não houvesse amanhã, para demonstrar que eu era dela.
A ocasião perfeita chegou numa festa que uma das nossas amigas deu, poucos dias depois. Essa nossa amiga conhecia muita gente e as festas dela sempre estavam lotadas. Eu coloquei um vestido n***o bem curto, que Dinah logo recriminou, e me produzi mais do que o habitual. Ela foi o caminho todo com a cara fechada e eu só segurando a risada.
Como já era de se esperar, a casa de Amber estava lotada de gente, tanto que nem foi ela quem abriu a porta. Quem abriu a porta foi um homem que eu nunca vi na vida e que nem disfarçou ao me comer com os olhos.
"Tá olhando o quê, i*****l?"
A pergunta de Dinah fez o homem parar de me secar e dizer um breve: "Foi m*l", antes de voltar pra dentro da casa.
Eu percebi que Dinah não estava querendo entrar, mas eu segurei a mão dela e levei ela pra dentro. Tinha gente por todas partes, a música estava alta e haviam copos descartáveis por todas partes. Parecia que aquela festa já tinha começado a horas, pelo estado dos que estavam ali.
"Camila, isso aqui tá parecendo festa de adolescente. Vamos embora."
Dinah tinha razão. Estava parecendo aquelas festas que nós íamos quando estudavamos, que algum menino ou menina dava quando os pais viajavam. Eu também não estava com vontade de ficar ali mas eu precisava que Dinah desse o braço a torcer, eu não podia passar outra noite sem sexo.
"E você está parecendo uma velha. Deixa de ser careta e vamos ver se encontramos a Amber."
Ela suspirou mas não disse mais nada e me seguiu, enquanto eu abria passo entre a multidão. Demoramos um bom tempo até encontrá-la e ela estava já estava tão bêbada que nem deu vontade de conversar muito com ela. Dinah mais uma vez insistiu para nós fossemos embora mas eu me neguei. Quando nós encontramos Lauren e Normani, ela relaxou um pouco e parou de pedir para ir embora.
Ficamos um bom tempo bebendo e conversando com as meninas no jardim, que era o único lugar onde dava para se ouvir as nossas vozes. Até que eu resolvi colocar meu plano em prática. Dei a desculpa de que ia pegar outra cerveja para nós e entrei na casa, eu percebi que Dinah ficou me seguindo com os olhos e sorri.
Perfeito.
Não estava nem na metade do caminho, quando um dos homens que estavam ali veio falar comigo. O cara estava mais pra lá do que pra cá e falava aquelas típicas frases fail que os bêbados usam para azarar. Eu tive até vontade de desistir do plano mas eu via que Dinah estava nos olhando e fingia interesse no que ele falava. Eu sorria e dei até uma risada super fora de lugar que ele não entendeu, pois ele só tinha me perguntado se eu queria a mesma coisa que ele estava bebendo.
Depois de alguns minutos ali, eu percebi que a cara de Dinah ficava cada vez mais séria e resolvi chamar o tal homem para dançar. Ele tinha me dito seu nome mas, sinceramente eu nem escutei. Ele ficou mais que feliz com o pedido e segurou minha mão, me levando para um dos cantos com menos gente da sala. Isso deu a impressão de que ele que estava tomando a iniciativa e era isso que eu queria.
Comecei a dançar com ele, fazendo questão de não deixar ele me tocar em nenhum momento, é claro. Eu queria apenas que Dinah ficasse com ciúmes, não queria que aquele homem tirasse uma casquinha de mim. Só que em algum momento, ele começou a colocar as mãos na minha cintura e a encostar o corpo no meu. Eu nem tive tempo de empurrar ele, porque na mesma hora Dinah puxou ele, afastando ele de mim.
"Tira as mãos da minha mulher, seu babaca!" Ela gritou pro cara.
Ele estreitou os olhos, se endireitando. "Foi ela que me chamou pra dançar e ficou me provocando! Não é minha culpa que sua mulher seja uma v***a!"
Dinah acertou um murro violento no nariz dele e um chute no meio das pernas, que fez ele se ajoelhar no chão, gemendo de dor.
"v***a, é a p**a que pariu, seu bosta!" Ela gritou, enquanto todo mundo parava para olhar a cena.
"Dinah, vamos embora."
Eu tentei segurar a mão dela mas ela tirou a mão, como se eu queimasse e foi andando pra porta. Eu fui correndo no jardim, pegar a minha bolsa e dar um tchau pra Lauren e pra Normani. Disse que depois explicava o que tinha acontecido e fui atrás da minha mulher, sabendo que ela era bem capaz de ir embora sem mim. Eu tinha feito merda das grandes.
Quando eu cheguei no carro, ela já estava sentada e ligando o mesmo. Eu entrei e olhei pra ela em silêncio. Dinah estava furiosa, ela até tremia de tanto ódio e apertava o volante com força, com a respiração agitada. Naquele momento eu tive a certeza de que eu tinha passado dos limites.
"Dinah, eu não-" Eu tentei falar, em voz baixa.
"Cala a boca, Camila!"
Aquela era a primeira vez que ela me mandava calar a boca. Nós sempre nos respeitamos mutuamente e eu sabia que ela só tinha dito aquilo porque estava nervosa, então eu relevei. Ela começou a dirigir e eu fiquei até com medo de nós termos um acidente, porque ela estava indo rápido demais. Mas felizmente, chegamos a casa sã e salvas.
Ela entrou primeiro e foi direto pro nosso quarto. Eu estava até com medo de chegar perto dela. O que eu queria era ter deixado ela com ciúmes, não com raiva. Agora em vez dela estar me agarrando, ela estava me evitando.
Gênio, Camila. Você é um gênio!
Eu tirei os sapatos de salto alto e subi as escadas com eles na mão. Meu coração batia rápido no peito e eu rezava para que a briga não fosse muito feia. A última coisa que eu queria era ficar brigada com a minha mulher por uma idiotice feita no calor do momento.
Eu cheguei no quarto e deixei os sapatos no chão. Dinah já tinha tirado a roupa e estava apenas de cueca, ela ia passando por mim para entrar no banheiro mas eu segurei a mão dela, fazendo ela parar.
"Amor, não fica assim, por favor."
Ela me olhou com raiva, balançando a cabeça. "E você quer que eu fique como, Camila? Você fica dançando com o cara na minha frente e ainda eu sou obrigada a ouvir que você quem chamou ele pra dançar! Obrigada a ouvir aquele babaca te chamando de v***a!"
"Não era a minha intenção que acabasse assim. Eu só queria que você ficasse com ciúmes pra você t*****r comigo. Eu sei que foi uma ideia i****a e infantil mas eu não ia deixar ele me tocar em nenhum momento, nem ia encostar nele mas ai-"
Eu não pude terminar a frase, porque Dinah me encostou na parede, encostando o corpo dela no meu. Eu podia sentir o p*u dela roçar a minha coxa e meu t***o voltou na mesma hora. Ela encostou a boca no meu ouvido para falar e eu arrepiei por completo.
"Você montou todo aquele showzinho só pra que eu te comesse? Só pra eu perdesse a sua aposta i****a?"
Eu só consegui assentir, pois ela começou a se esfregar em mim e minha b****a logo começou a doer de tanto de t***o.
"Você ficou dançando com um homem qualquer na minha frente e ainda deixou ele ralar em você só pra que eu perdesse o controle?"
"Eu não deixei ele-"
"Não vem com essa conversinha! Se você não tivesse feito aquilo, ele não teria te tocado. Por tanto, deixou sim. A culpa foi só sua."
Eu não falei nada, porque ela tinha razão. Ela continuou se esfregando em mim e meu t***o só aumentava a cada segundo, eu não via a hora dela arrancar o meu vestido e me comer ali mesmo. Só que então, ela se afastou, me olhando com um sorriso malicioso nos lábios.
"Pro seu azar, você fez tudo isso em vão. Deu corda pra aquele babaca, deixou ele colocar as mãos em você, pra nada. Se eu te comesse agora, eu estaria fazendo a sua vontade. E você merece um castigo, e que castigo melhor que te deixar na vontade?"
Então, ela piscou pra mim e saiu do quarto, entrando no banheiro e se fechando lá. Fez exatamente o que eu fiz com ela, aquele dia na casa dos meus pais.
E eu? Eu quase chorei de frustração. Fazer Dinah se render, seria mais difícil do que eu pensava...
Parte 2
POV Camila
Já havia passado uma semana desde aquela maldita noite e Dinah continuava fria comigo. Eu já nem pensava mais em sexo ou na aposta i****a que nós tínhamos feito, a única coisa que eu queria era fazer as pazes com a minha mulher e acabar com toda aquela tensão.
Dinah m*l parava em casa desde aquele dia. Ela se matava fazendo horas extras no trabalho só pra não ter que ficar em casa comigo e quando ficava, parecia que não estava porque nem falava comigo. Eu tinha tentado me desculpar uma e outra vez durante a semana, mas ela só dizia pra eu parar de me desculpar e deixar ela em paz.
Eu fiquei com medo de que aquele comportamento i****a que eu tive fosse acabar com o nosso casamento. Cada vez que ela chegava em casa e m*l me olhava ou que me respondia com indiferença, o meu medo aumentava. E eu chorava pelas noites em silêncio, me lamentando por ter começado aquela competição sem pés nem cabeça em primeiro lugar.
Lá pra segunda semana, o medo começou a se transformar em paranóia. Eu podia jurar que sentia cheiro de um perfume que não era o dela nas roupas dela ou que via marcas estranhas em seu pescoço. Eu nunca tive problemas de ciúmes e nem nunca desconfiei de Dinah mas cada dia que passava aquela ideia amadurecia mais e mais na minha cabeça.
Talvez eu estivesse ficando louca. Dinah me amava e não seria capaz de me trair, no fundo eu tinha certeza disso. Mas ai chegava a noite, ela chegava em casa e ignorava a minha existência, deitava na cama e me dava as costas e eu voltava a pensar que ela estava me chifrando. Eu sabia que ficar imaginando coisa que não existia; porque no fundo eu sabia que não existia; só ia me deixar pior e decidi deixar as minhas paranóias pra lá e tentar arrumar as coisas de uma vez por todas.
Por isso, no dia da minha folga eu fui até o escritório dela na hora do almoço. Passei pelo nosso restaurante preferido, comprei a comida favorita dela pelo caminho e levei pra almoçar com ela. Fazia muito tempo que eu não fazia isso e achei que seria um bom passo pra nós voltarmos a ficar bem.
Quando cheguei lá, passei pela mesa da secretária dela que estava vazia e pensei que ela já tinha ido almoçar mas quando cheguei na porta da sala de Dinah, escutei risadas vindas de dentro e franzi o cenho. Eu escutava a voz dela e uma outra voz de mulher, vindas de dentro e quanto mais eu escutava as risadas das duas, mais o meu sangue esquentava e eu apertava a sacola de plástico que eu estava segurando.
Eu abri a porta de uma vez, vendo ela e a secretária sentadas na mesa dela; perto demais pro meu gosto; comendo em embalagens de comida chinesa e rindo. Eu olhei feio pra secretária e mais feio ainda pra Dinah, que me olhava surpresa. A loira oxigenada levantou da cadeira, esboçando um sorriso forçado na minha direção e me dando boa tarde, coisa que ignorei e continuei encarando Dinah que ainda não tinha se movido do lugar.
"O que você tá fazendo aqui?" Ela perguntou, deixando a embalagem de comida em cima da mesa.
Eu dei uma pequena risada sem humor, entrando na sala e deixando a sacola em cima do sofá de couro que ela tinha ali. "O que eu to fazendo aqui? O que ela tá fazendo aqui fora do horário de trabalho?" Disse, apontando pra secretária.
Jessica; acho que era esse o nome dela; se afastou na mesma hora, pegando a bolsa dela que estava no sofá. "Eu já estava de saída."
"Aposto que sim." Disse de forma debochada.
Ela olhou para mim e depois para Dinah como se fosse dizer alguma coisa mas acabou saindo da sala sem falar mais nada. Quando ela fechou a porta, Dinah levantou e veio na minha direção, me olhando com cara de brava. Eu cruzei os olhos, olhando ela pior ainda e esperando pra ver o que ela dizia.
"Posso saber o que foi isso?" Ela perguntou, parando na minha frente.
"O que foi isso pergunto eu! É isso que você fica fazendo nas horas extras?"
Ela suspirou, massageando as têmporas com as pontas dos dedos, antes de voltar a me olhar. "Qual é a desse showzinho, hein Camila?"
"Ah não sei, me diz você. Você m*l fica em casa, m*l olha na minha cara, ai eu venho te fazer uma surpresa e te encontro cheia de i********e com a secretária."
"Você tá insinuando que eu estou te traindo, é isso mesmo?"
"Insinuando não, estou perguntando. Você está?"
Ela apertou os dentes e me olhou com uma expressão de total falta de paciência. "Você fica deduzindo que eu estou te traindo porque me viu almoçando com uma mulher, então me diz o que eu devo deduzir depois de ter te visto se esfregar num homem?"
Eu quase gritei quando ela disse isso, passando as mãos pelo cabelo e respirando fundo para tentar manter a calma. "Até quando você vai ficar jogando isso na minha cara, Dinah? Eu já te expliquei porque eu fiz aquilo, já te pedi desculpa trocentas mil vezes, o que mais você quer droga?!"
Ela não me respondeu, simplesmente segurou o meu cabelo e colou os lábios dela nos meus, me beijando com avidez. Eu estava com tanta saudade e tanta vontade dos beijos dela que esqueci aquela briga na mesma hora, segurando a camisa social dela e puxando ela pra colar os nossos corpos. A minha mão direita foi logo parar no meio das pernas de Dinah, onde eu apertei o p*u dela e vi que embora eu tivesse deixado de pensar em sexo, continuava desesperada por voltar a sentir ela dentro de mim.
Dinah foi me empurrando até que senti minhas costas bater na parede e ela parou de me beijar para descer os lábios até o meu pescoço, onde ela chupou com força. Eu gemi ao sentir aquela chupada e a mordida que ela me deu logo após, sentindo meu corpo inteiro arrepiar. Eu nunca gostei de chupões, não gostava de andar por ai com marcas e achava uma coisa bem vulgar, mas naquele momento eu não estava nem ai se acabava toda coberta de hematomas.
A minha mão ainda continuava massageando o p*u de Dinah, que cada vez ficava mais duro dentro da calça social, o que me fazia salivar. Ela tirou a minha mão dali pouco depois e eu reclamei baixinho mas logo voltei a gemer, quando ela tirou a minha blusa e o meu sutiã com pressa e começou e chupar um dos b***s dos meus s***s. Eu levei ambas mãos até o cabelo dela e segurei com força, enquanto ela chupava e soprava no meu mamilo, me fazendo arrepiar inteira novamente.
"Dinah, por favor, continua."
Eu estava apavorada de pensar que ela podia parar e me deixar na vontade, porque eu sabia que ela ainda estava chateada e era bem capaz de fazer isso. Mas relaxei quando se ajoelhou na minha frente e me olhou, com um sorriso provocativo nos lábios enquanto abria o botão e baixava o zíper da minha calça jeans. Eu ajudei ela, tirando as sandálias de salto alto e levantando os pés do chão para que ela pudesse tirar a calça e depois senti ela encostar a boca na minha b****a, que ainda estava coberta pela calcinha, e dar uma mordida bem de leve.
Eu gemi novamente, dessa vez mais alto, e puxei um pouco o cabelo dela pra ver se ela entendia o recado e me comia logo. E ela entendeu direitinho. Ela tirou a minha calcinha, se levantou do chão e me levou até o sofá. Depois me fez sentar bem na beira e logo voltou a se ajoelhar entre as minhas pernas, abrindo as mesmas. Eu mordi meu lábio, já sabendo que ela ia me chupar e joguei o corpo pra atrás, me encostando nas costas do sofá e abrindo mais as pernas.
Eu estava tão molhada que podia sentir o meu cheiro mesmo desde ali e Dinah parecia gostar disso porque escutei ela gemer, antes mesmo de começar a me lamber. Ela não me provocou mais e foi direto ao ponto, chupando o meu c******s com força mas não tanta ao ponto de doer. Eu fechei os olhos e continuei puxando o cabelo dela, gemendo com cada chupada. Parecia que fazia um ano e não um mês que eu não sentia aquela sensação. Eu me esfregava no rosto da minha mulher e começava a suar à medida que sentia o orgasmo se aproximando. E não precisou de mais que um suave mordisco no meu c******s inchado, seguido de uma chupada forte pra me fazer gozar.
Eu dei vários gemidos baixinhos e afogados pela respiração agitada enquanto Dinah ainda dava algumas lambidas, sugando o meu g**o. Eu estava nas nuvens mas nem de longe satisfeita e me sentei direito no sofá; pouco me importando se estava sujando já que era de couro e bastava limpar depois; beijando ela com vontade novamente e sentindo o meu gosto na língua dela. Dinah devolveu o meu beijo mas por pouco tempo, porque logo se levantou e começou a tirar a camisa e eu aproveitei pra abrir a calça dela. Eu deixei a calça social cair e voltei a apertar o p*u dela, dessa vez apenas por cima da cueca, o que fez ela gemer enquanto se desfazia da camisa.
Tal como ela, eu também não perdi tempo e baixei a cueca, deixando o p*u dela livre. Eu quase gemi só de olhar aquele pedaço de carne duro pelo qual eu esperei durante um mês. Eu segurei pela base e passei a lingua pela parte de baixo várias vezes, lambendo e deixando ele molhado com a minha saliva. Eu parecia uma gata dando lambidinhas curtas desde a base até a cabeça e quando senti Dinah segurar novamente o meu cabelo e dar uma leve puxada, eu parei de torturar ela e abri a boca, colocando a cabeça; que já estava bastante vermelha; dentro da boca e chupando.
Eu chupava devagar, porém com força e Dinah dava vários suspiros enquanto me olhava. Aos poucos, fui baixando a boca e engolindo mais e mais do p*u dela, até que consegui colocar tudo dentro da boca. No começo da nossa relação, aquilo era algo impossivel pra mim mas com o tempo e com prática, fui aprendendo a relaxar os músculos da garganta e depois disso foi fácil. Eu subia e baixava a cabeça, chupando todo o p*u da minha mulher e parava apenas pra engolir a saliva que ia se acumulando na minha boca.
Dinah não demorou muito a segurar o meu cabelo com firmeza e começar a f***r a minha boca. Ela começou devagar mas em pouco tempo, ela já entrava e saía com rapidez e eu ia sentindo a minha b****a ficar mais e mais molhada outra vez. Quando Dinah parou e tirou o p*u de dentro da minha boca, a saliva já escorria pelos cantos dos meus lábios. Eu queria continuar chupando ela até ela gozar na minha boca mas ela sentou do meu lado no sofá, me puxando pra sentar em cima dela.
"Eu não tenho muito tempo, tenho uma reunião daqui a vinte minutos."
Eu assenti ao escutá-la e segurei o p*u dela, ficando em cima dele e logo baixando aos poucos. Vinte minutos, do jeito que nós estávamos, era mais que suficiente pra terminar e ainda limpar tudo antes da reunião dela.
Eu me segurei no sofá e gemi quando terminei no sentar no p*u dela e senti ele latejando dentro de mim. As mãos de Dinah foram diretas pra minha b***a e ela começou a apertar, massagear, alisar e eu dei uma leve risada. Ela devia estar morrendo de saudade de tocar a minha b***a e eu adorava isso. Eu apertei a parte de cima do sofá onde eu estava me segurando, e comecei a subir e descer, cavalgando ela.
Quando mais rápido eu montava ela, mais forte Dinah apertava a minha b***a e mais eu gemia. Dinah me ajudava, empurrando o meu corpo pra cima e pra baixo e a minha b***a já estava doendo de tão forte que ela apertava mas eu não reclamava. Eu senti tanta falta do toque dela, que eu com certeza nunca mais reclamaria quando ela me alisasse mesmo que fosse em público.
Ela voltou a atacar o meu pescoço, chupando com força novamente. Isso não era algo típico dela, ela também não gostava de marcas, e isso provava que ela estava tão desesperada por me sentir quanto eu. Eu virava a cabeça e deixava ela me chupar e me morder à vontade enquanto montava ela o mais rápido que eu conseguia. As mãos dela não largaram a minha b***a em nenhum momento, nem mesmo quando ela nos virou para mudar de posição, me deitando no sofá e ficando com cima de mim.
Ai era ela quem controlava a transa, ela aumentou a velocidade das estocadas, me fodendo rápido e com força e me fazendo morder a mão pra não gritar. Eu mordia uma das minhas mãos e me segurava no ombro dela com a outra, gemendo e suspirando de prazer com cada estocada. Dinah finalmente largou o meu pescoço quando eu, e imagino que ela também, estava prestes a gozar e me beijou intensamente. Eu voltei a segurar o cabelo dela enquanto nos beijávamos e jogava a cintura pra cima, recebendo as entradas e saídas do p*u dela que eram cada vez mais irregulares.
Pouco depois, eu senti aquela sensação quente e maravilhosa dela gozando dentro de mim, o que me fez gozar novamente também. Eu mordi o ombro dela, deixando uma marca da minha autoria ali e sufocando os meus gemidos enquanto sentia ela jorrar vários jatos de p***a dentro de mim. Aquilo fez eu me perguntar se ela tinha se masturbado ou não durante aquele mês, porque eu nunca senti ela ejacular tanto daquele jeito. Uma coisa é certa, me traindo ela com certeza não estava.
Eu deitei a cabeça no braço do sofá, abraçando ela quando ela deitou a cabeça no meu peito e sentindo a respiração descompassada dela na minha pele. Eu estava mais do que relaxada depois daquilo e tudo pareceu perder importância; o que eu fiz na festa, os choros, as desconfianças. Parecia que tudo voltou à normalidade e eu sorri que nem um boba ao sentir os beijos que Dinah dava no meu peito.
"Eu te amo." Eu disse, passando a mão pelo cabelo dela.
"Eu também te amo." Ela respondeu, encostando o queixo no meu peito e me olhando.
"Você me perdoa?"
Ela sorriu e negou com a cabeça. "Já te perdoei."
Eu dei um sorriso enorme ao escutar aquilo e inclinei a cabeça pra voltar a beijar ela. As coisas tinham finalmente se resolvido e eu tinha aprendido a lição: Nunca mais competir com Dinah.