Ao chegar em casa Aslan se depara com Kara e seus pais sentados a conversar com minha mãe.
- Que saco. Eu jurava que eles já tinham ido embora.
Pensou com raiva Aslan com seus botões.
- Tünaydin (Boa tarde)
Todos - Tünaydin.
- Aslan meu filho que bom que chegou. Nós o aguardávamos.
- Posso saber o motivo mamãe?
- Para que você fale para seu futuro sogro Naci, o quanto seu escritório é procurado em Istambul
- Vamos por etapas. Primeiro Sr. Naci não é meu sogro e segundo mamãe, o meu escritório não é o mais procurado.
- Como não filho?
- Ele é o único procurado mãe. Os demais ficam para trás.
O pai de Aslan, Sr. Faruk, não gosta da resposta de Aslan e interfere.
- Como que Naci não é seu futuro sogro? Se já acertamos entre nós o seu casamento com Kara.
Aslan olha para Kara e fala sem piedade.
- Eu não lembro de ter pedido sua mão Kara.
- Todos nós esperávamos, que você fizesse isso em breve.
- Mas se eu não fiz, é porque não tenho interesse em me casar com ela, concorda papai?
Aslan sai e seus pais vão atrás.
- Espere Aslan. Com licença um instante Naci.
Sua mãe e eu tomamos a liberdade de aceitar em seu nome, um compromisso c você agora precisa honrá-lo.
- Não vou honrar absolutamente nada.
- Kara agora é sua prometida, filho.
- Não ela não é minha prometida mamãe. Minha prometida eu mesmo escolherei.
- Você precisa casa-se com a moça, sua mãe e eu demos nossa palavra.
- Não há lei na face da terra, quem me obrigue a isso. Sou advogado e entendo bem de leis.
- Não entendo o porque disso meu filho.
Aslan volta na sala, seguido por seus pais.
- Desculpe Kara, mas procure outro homem para se casar. Esse assunto está encerrado. Iyi geceler.
- Queira me desculpar por isso Naci e Sra. Azra. Terei uma conversa séria com meu filho.
- Sabemos como são os jovens, não se preocupe.
A mãe de Aslan observa a tristeza de Kara e alisa seu rosto.
Ao entrar no quarto Aslan se joga na cama e lembra da noite maravilhosa que teve com Çagla.
Com Çagla não foi diferente, ao chegar em casa fez exatamente o que Aslan fez na dele, jogar-se também em sua cama, pensando em tudo que aconteceu entre aquelas quatro paredes.
- Foi maravilhoso Nüray.
- Quer dizer que vocês meteram a noite toda?
- Toda e um pouco mais. O homem era insaciável.
Elas caem na gargalhada na cama.
- Você contou a ele?
- O quê?
- Sobre Birol.
- Não claro que não.
- Acha que é cêdo pra isso?
- Claro. Além do mais quero deixar o passado sepultado.
- E se Birol te achar?
- Ele não me achará.
- Torço pra que isso não aconteça amiga.
- Todos dias tenho pesadelo com isso. Ele não pode me encontrar.
- Eu estava pensando Çagla. Não conte aos seus irmãos onde você está.
- É tarde demais.
Çagla já havia contado a seus irmãos, a cidade que havia escolhido para se esconder.
Apesar de confiar plenamente neles, sabia da capacidade de persuasão de sua madrasta e se ela os pressionasse o menor de 8 anos contaria a verdade e logo Birol saberia que ela estava em Istambul.
O Domingo terminou e finalmente a Segunda-feira havia chegado para Çagla, que não via a hora de começar a trabalhar.
- Como farei ao encontrá-lo?
- Certamente já pensou melhor e me tratará com uma certa distância.
- Mas o que eu posso esperar de uma relação de um final de semana? Pedido de namoro, noivado, sei lá.
- Claro que ele não estava pensando uma coisas dessas comigo. Ele m*l me conhecia.
- Foi só uma transa Çagla, põe logo isso na sua cabeça.
O look do primeiro dia estava perfeito e Çagla resolve chamar uma Uber, para não correr o risco de chegar atrasada logo no primeiro dia.
- Merhabá Sr. Zeki.
- Merhabá Çagla seja bem vinda.
- Por onde começo?
- Cadastrando uns contratos em minha sala.
Çagla escuta aquela voz forte e meio rouca atrás dela e estremece.
- Günaydin Aslan. Foi bom você chegar quero te apresentar sua nova secretária Srta. Çagla.
- Não será necessário Zeki. Srta. Çagla e eu nos conhecemos na sexta-feira assim que você saiu.
- Mesmo? Como assim?
- Eu vim entregar minha carta de recomendação, que o senhor me pediu e não lhe encontrei.
- Por favor, Çagla aqui nós somos uma grande família e nada de senhor e senhora. Concorda Aslan?
- Foi o que eu já lhe falei. Vamos entrar?
- Nos vemos no almoço Aslan?
- Evet. Te aviso.
Zeki entra para sua sala e Aslan abre a porta para Çagla.
- Eu m*l consegui dormi essa noite pensando em você.
Diz Aslan encostando-a na parede da sala e beijando-a.
- Estão nos observando.
Aslan se afasta, mas não deixa de olhá-la.
- Estou ansioso por beijá-la Çagla.
- Não podemos fazer isso aqui Aslan.
Aslan fecha a porta da sala e beija-a.
- Cheirosa. Você não tem noção de como contei as horas para te ver.
- Pensei que chegaria aqui e você me ignoraria.
Aslan sorri e a olha nos olhos.
- Por que amor, faria isso com você? Se me apaixonei por ti no mesmo instânte que te vi.
Ela sente o coração disparar com as palavras de Aslan.
- Não, eu não posso estar apaixonada. Isso não está acontecendo.
Aslan não dá tempo para que ela pense a senta na mesa, puxando sua calcinha para o lado e massageando seu c******s.
- Vamos dá uma rapidinha?
Ele sussurra em seu ouvido.
- Vamos amor.
Çagla fala surrando ao segurar o pênis de Aslan, já do lado de fora da calça.
Num vai e vem, Aslan geme e a faz gemer de prazer na beira da mesa.
- Estou louco pro você garota.
- Aslan como isso foi bom.
- Você é linda, te quero pra mim.
Aslan fala baixinho no ouvido de Çagla após ambos chegarem ao prazer.