"O reencontro quente entre Aslan e Çagla"

1036 Words
Ao chegar em casa Aslan se depara com Kara e seus pais sentados a conversar com minha mãe. - Que saco. Eu jurava que eles já tinham ido embora. Pensou com raiva Aslan com seus botões. - Tünaydin (Boa tarde) Todos - Tünaydin.  - Aslan meu filho que bom que chegou. Nós o aguardávamos. - Posso saber o motivo mamãe? - Para que você fale para seu futuro sogro Naci, o quanto seu escritório é procurado em Istambul - Vamos por etapas. Primeiro Sr. Naci não é meu sogro e segundo mamãe, o meu escritório não é o mais procurado. - Como não filho? - Ele é o único procurado mãe. Os demais ficam para trás. O pai de  Aslan, Sr. Faruk, não gosta da resposta de Aslan e interfere. - Como que Naci não é seu futuro sogro? Se já acertamos entre nós o seu casamento com Kara. Aslan olha para Kara e fala sem piedade. - Eu não lembro de ter pedido sua mão Kara. - Todos nós esperávamos, que você fizesse isso em breve. - Mas se eu não fiz, é porque não tenho interesse em me casar com ela, concorda papai? Aslan sai e seus pais vão atrás. - Espere Aslan. Com licença um instante Naci. Sua mãe e eu tomamos a liberdade de aceitar em seu nome, um compromisso c você agora precisa honrá-lo.  - Não vou honrar absolutamente nada.  - Kara agora é sua prometida, filho. - Não ela não é minha prometida mamãe. Minha prometida eu mesmo escolherei. - Você precisa casa-se com a moça, sua mãe e eu demos nossa palavra. - Não há lei na face da terra, quem me obrigue a isso. Sou advogado e entendo bem de leis. - Não entendo o porque disso meu filho. Aslan volta na sala, seguido por seus pais. - Desculpe Kara, mas procure outro homem para se casar. Esse assunto está encerrado. Iyi geceler. - Queira me desculpar por isso Naci e Sra. Azra. Terei uma conversa séria com meu filho. - Sabemos como são os jovens, não se preocupe. A mãe de Aslan observa a tristeza de Kara e alisa seu rosto. Ao entrar no quarto Aslan se joga na cama e lembra da noite maravilhosa que teve com Çagla. Com Çagla não foi diferente, ao chegar em casa fez exatamente o que Aslan fez na dele, jogar-se também em sua cama, pensando em tudo que aconteceu entre aquelas  quatro paredes. - Foi maravilhoso Nüray.  - Quer dizer que vocês meteram a noite toda? - Toda e um pouco mais. O homem era insaciável. Elas caem na gargalhada na cama. - Você contou a ele? - O quê? - Sobre Birol. - Não claro que não.  - Acha que é cêdo pra isso? - Claro. Além do mais quero deixar o passado sepultado. - E se Birol te achar? - Ele não me achará. - Torço pra que isso não aconteça amiga. - Todos dias tenho pesadelo com isso. Ele não pode me encontrar. - Eu estava pensando Çagla. Não conte aos seus irmãos onde você está. - É tarde demais. Çagla já havia contado a seus irmãos, a cidade que havia escolhido para se esconder. Apesar de confiar plenamente neles, sabia da capacidade de persuasão de sua madrasta e se ela os pressionasse o menor de 8 anos contaria a verdade e logo Birol saberia que ela estava em Istambul. O Domingo terminou e finalmente a Segunda-feira havia chegado para Çagla, que não via a hora de começar a trabalhar. - Como farei ao encontrá-lo? - Certamente já pensou melhor e me tratará com uma certa distância.  - Mas o que eu posso esperar de uma relação de um final de semana? Pedido de namoro, noivado, sei lá. - Claro que ele não estava pensando uma coisas dessas comigo. Ele m*l me conhecia. - Foi só uma transa Çagla, põe logo isso na sua cabeça. O look do primeiro dia estava perfeito e Çagla resolve chamar uma Uber, para não correr o risco de chegar atrasada logo no primeiro dia. - Merhabá Sr. Zeki. - Merhabá Çagla seja bem vinda. - Por onde começo? - Cadastrando uns contratos em minha sala. Çagla escuta aquela voz forte e meio rouca atrás dela e estremece. - Günaydin Aslan. Foi bom você chegar quero te apresentar sua nova secretária Srta. Çagla. - Não será necessário Zeki. Srta. Çagla e eu nos conhecemos na sexta-feira assim que você saiu. - Mesmo? Como assim? - Eu vim entregar minha carta de recomendação, que o senhor me pediu e não lhe encontrei. - Por favor, Çagla aqui nós somos uma grande família e nada de senhor e senhora. Concorda Aslan? - Foi o que eu já lhe falei. Vamos entrar? - Nos vemos no almoço Aslan? - Evet. Te aviso. Zeki entra para sua sala e Aslan abre a porta para Çagla. - Eu m*l consegui dormi essa noite pensando em você. Diz Aslan encostando-a na parede da sala e beijando-a. - Estão nos observando. Aslan se afasta, mas não deixa de olhá-la. - Estou ansioso por beijá-la Çagla. - Não podemos fazer isso aqui Aslan. Aslan fecha a porta da sala e beija-a. - Cheirosa. Você não tem noção de como contei as horas para te ver. - Pensei que chegaria aqui e você me ignoraria. Aslan sorri e a olha nos olhos. - Por que amor, faria isso com você? Se me apaixonei por ti no mesmo instânte que te vi. Ela sente o coração disparar com as palavras de Aslan. - Não, eu não posso estar apaixonada. Isso não está acontecendo. Aslan não dá tempo para que ela pense a senta na mesa, puxando sua calcinha para o lado e massageando seu c******s. - Vamos dá uma rapidinha? Ele sussurra em seu ouvido. - Vamos amor. Çagla fala surrando ao segurar o pênis de Aslan,  já do lado de fora da calça. Num vai e vem, Aslan geme e a faz gemer de prazer na beira da mesa. - Estou louco pro você garota. - Aslan como isso foi bom. - Você é linda, te quero pra mim. Aslan fala baixinho no ouvido de Çagla após ambos chegarem ao prazer.
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