Maya Narrando Quando vi o nome dele na tela do meu celular, por um segundo achei que fosse engano. Álvaro. Como se nada tivesse acontecido. Como se ele não tivesse sumido do mapa por meses, talvez anos, sem uma explicação decente. — Filha, tô voltando. Filha. Ele ainda tem coragem de me chamar assim. Não sei o que me deu mais raiva — a mensagem curta ou o jeito frio e direto, como se o tempo não tivesse passado, como se tudo estivesse em ordem. Respondi sem pensar muito: — Você devia ter pensado nisso antes de sumir. Frieza? Talvez. Mas o que ele esperava? Um Que bom, pai! Volta logo? Não. Eu não sou mais aquela menina que corria pro colo dele achando que ele era invencível. O tempo que ele passou longe me ensinou mais do que qualquer discurso que ele fez quando era o promotor int

