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1778 Words

Meses depois... Vladimir — Eu já estou sem paciência, Vladmir! — Guilherme esbravejou, as mãos espalmadas na mesa de mogno, o impacto ecoando pela sala suntuosa. — Eu já vasculhei cada canto da Rússia, Guilherme! Inclusive nos destroços do avião... nada. Nenhum corpo encontrado, nem mesmo o do seu irmão! — respondi com firmeza, omitindo a verdade de que corpo algum fora resgatado. — A conclusão das autoridades é que predadores marinhos devem ter dispersado os restos mortais! — Ela está viva! Eu sei disso! — gritou, sacando a arma e engatilhando-a, a mira fria apontada diretamente para o meu peito. — Ah... — esbocei um sorriso amarelo, debochado. — Você realmente acredita que todos os seus problemas se resolvem com a ponta de uma arma? — questionei, mantendo a compostura. — E não? Fo

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